segunda-feira, 23 de junho de 2008

História do futsal



Historia do Futsal

O FUTEBOL DE SALÃO tem duas versões sobre o seu surgimento, como em outros esportes há divergências quanto a sua invenção. Há uma versão que o FUTEBOL DE SALÃO começou a ser jogado por volta de 1940 por frequentadores da Associação Cristã de Moços, em São Paulo, pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas ''peladas'' nas quadras de basquete e hóquei. No início, jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco jogadores para cada equipe. As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal, ou de cortiça granulada, mas apresentavam o problema de saltarem muito e freqüentemente saiam da quadra de jogo, então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado, por este fato o FUTEBOL DE SALÃO foi chamado o ''ESPORTE DA BOLA PESADA''. Temos também a versão que considero como a mais provável, o FUTEBOL DE SALÃO foi inventado em 1934 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu, Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de ''INDOOR-FOOT-BALL''. Destaca-se em São Paulo o nome de Habib Maphuz que muito trabalhou nos primórdios do futebol de salão no Brasil. O professor da ACM de São Paulo, Habib Maphuz no início dos anos cinqüenta participou da elaboração das normas para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito interno da ACM paulista, este mesmo salonista fundou a primeira liga de futebol de Salão, a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços e após foi o primeiro presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão e foi também colaborador de Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes a elaborar o primeiro livro de regras de Futebol de Salão editada no mundo, em 1956. A Federação Uruguaia de Futebol de Salão em 19 de maio de 1982 informou uma relação de professores que introduziram o FUTEBOL DE SALÃO no Brasil: José Rothier. Aníbal Monteiro, Silas Raedes, José Rodes, no Rio de Janeiro, Alfonso Lopes Pinto, Ernesto Oppliger em Porto Alegre, Julian Haranczyk, Willy Prellwitz em São Paulo, e Romeu Pires Osório, Daniel Alves de Oliveira em Sorocaba, relação esta feita por Juan Carlos Ceriani. Apesar das divergências, o que concluímos é que o FUTEBOL DE SALÃO nasceu na Associação Cristã de Moços, ou na década de trinta em Montevidéu ou na década de quarenta em São Paulo, a primeira regra publicada foi editada em 1956 feita por Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes em São Paulo, Juan Carlos Ceriani e Habib Maphuz professores da ACM são os pais do FUTEBOL DE SALÃO, este esporte relativamente novo, que é sem nenhuma contestação o segundo esporte no Brasil, somente atrás do futebol, e atualmente o esporte em maior crescimento em todo mundo, possivelmente olímpico em 2004 em Atenas. Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, atual Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro, a primeira federação estadual do Brasil, sendo Ammy de Moraes seu primeiro presidente. Neste mesmo ano foi fundada a Federação Mineira de Futebol de Salão. Em 1955 foi fundada a Federação Paulista, em 1956 iniciaram as Federações Cearense, Paranaense, Gaúcha e Baiana. Em 1957 a Catarinense e a Norte Rio Grandense, em 1959 a Sergipana. Na década de 60 foram fundadas as Federações Pernambucana, Brasiliense, Paraibana, na de 70 a Acreana, a do Mato Grosso do Sul, a Goiana, a Piauense, a Mato Grossense, e a Maranhense, nos anos 80 á a Amazonense, a de Rondônia, a do Pará, a Alagoana, a Espiritossantense e a Amapaense. E nos anos 90 as mais novas a Roiramense e a Tocantinense. O Futebol de Salão brasileiro tinha no seu inicio, em meados dos anos cinquenta várias regras, foi então que em 05 de fevereiro de 1957 o então presidente da Confederação Brasileira de Desportos, CBD, Sylvio Pacheco criou o Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão para conciliar divergências e dirigir os destinos do futebol de salão no Brasil. Foram eleitos para este conselho com mandato de três anos: Ammy de Moraes (Guanabara), Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandez (São Paulo), Roberto José Horta Mourão (Minas Gerais), Roberval Pereira da Silva (Estado do Rio), Utulante Vitola (Paraná). Devemos citar que neste mesmo ano de 1957 em Minas Gerais houve uma tentativa de fundar-se a Confederação Brasileira de Futebol de Salão, a ata foi encaminhada ao Conselho Nacional de Desportos, mas o CND não acatou tal ata que foi registrada dia 30 de setembro de 1957 com o nº 2.551. Esta situação como conselho subordinado a CBD veio até 1979. Em 15 de junho de 1979 no auditório do 2º andar da CBD, na Rua da Alfandêga nº70, Rio de Janeiro ás 15 horas foi realizada a Assembléia Geral que fundou a Confederação Brasileira de Futebol de Salão, onde foi eleito para o período 1980/1983 como presidente Aécio de Borba Vasconcelos que até hoje preside a CBFS. A CBFS congrega 27 Federações, mais 5.000 clubes com mais de 210.000 atletas inscritos. Em 14 de setembro de 1969 em Assunção, Paraguai com a presença de João Havelange presidente da CBD, Luiz Maria Zubizarreta presidente da Federação Paraguaia de Futebol e Carlos Bustamante Arzúa presidente Associação Uruguaia de Futebol foi fundada a Confederação Sul Americana de Futebol de Salão - CSAFS, também representou o Brasil nesta reunião Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes. Em 25 de Julho de 1971 em São Paulo numa iniciativa da CBD e da CSAFS, com a presença de representantes do Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai foi fundada a Federação Internacional de Futebol de Salão - FIFUSA, o seu primeiro presidente do conselho executivo foi João Havelange, que comandou de 1971 á 1975, mas devido seus compromissos com o futebol tanto da CBD como na FIFA quem realmente dirigiu a FIFUSA neste período foi seu secretário geral Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes. Em 1975 assumiu Waldir Nogueira Cardoso, mas realmente os melhores anos desta importante entidade foram a partir de 1980 sob a prsidência de Januário D'Alécio que iniciou sua gestão realizando o I Pan Americano de Futebol de Salão no México, com a participação de Brasil, México, Paraguai, Uruguai, Argentina, Bolívia e Estados Unidos, ganho pelo Brasil. E aí Januário realizou seu maior sonho, em 1982 no ginásio do Ibirapuera em São Paulo o I Campeonato Mundial de Futebol de Salão, com a participação de Brasil, Argentina, Costa Rica, Tchecoslováquia, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Itália, México, Holanda e Japão. Vencemos a final do Paraguai por 1x0 com gol de Jackson, foram campeões neste mundial Pança, Barata, Beto, Walmir, Paulo César, Paulinho Rosas, Leonel, Branquinho, Cacá, Paulo Bonfim, Jackson, Jorginho, Douglas, Carlos Alberto, Miral, treinados por César Vieira. .A partir daí o futebol de salão começou a perturbar o futebol association e a FIFA começou a criar muitas dificuldades para todas as competições patrocinadas pela FIFUFA, e ameaçava nos jornais da época em redigir novas regras para o futebol de salão, noticiava que iria patrocinar um mundial. Mas neste affair quem nunca esmoreceu foi Januário D'Alécio que sempre lutou contra a fortíssima FIFA. Em 1985 realizou-se na Espanha o II Mundial de Futebol de Salão patrocinado pela FIFUSA com novamente vitória do Brasil, em 1988 tivemos na Austrália o III Mundial com a vitória do Paraguai. Em 1989 começaram negociações para que a FIFA encampasse a FIFUSA, Januário D'Alécio, Álvaro de Melo Filho e Rolando Alarcon Rios negociaram com a FIFA. Mas o paraguaio Alarcon traiu o acordo e rejeitou a fusão FIFA/FIFUSA. Então em 02 de maio de 1990 o Brasil legalmente se desligou da FIFUSA em carta do presidente da CBFS Aécio de Borba Vasconcelos ao presidente da FIFUSA Januário D'Alécio com o aval das 26 Federações Regionais filiadas a CBFS. Tudo isto para podermos desenvolver mais e mais no mundo o futebol de salão, que logo passou a se chamar FUTSAL e podermos chegar a levar nosso esporte a uma Olimpíada. Histórico Futsal - Futsal no Brasil - Futsal no Mundo

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O Guarda- Redes de Futsal


O Guarda-redes é o jogador que defende a baliza da sua equipa.


O Guarda-redes de Futsal é o único jogador que pode jogar a bola com as mãos dentro da sua área, excepto se receber um atraso do companheiro (tem de receber com o pé).


O Guarda-redes é, antes de mais, um jogador com um peso específico na sua equipa, pois organiza, determina, posiciona e transmite a segurança defensiva necessária aos seus colegas, bem como potencializa os contra-ataques e /ou ataques.


O Guarda-redes é o jogador que domina, através da sua visão global e periférica, todas as movimentações dentro do campo (adversárias e dos próprios colegas), tendo como função táctica principal: a de vigiar e observar a colocação dos adversários, essencialmente perante uma possível perda de bola ou esquema táctico ofensivo (canto, livro, etc).


O Guarda-redes é o jogador que tem de fazer uso dos seus atributos de comunicador para avisar e falar continuamente com os seus colegas, afim de organizar e orientar as movimentações e posicionamentos defensivos e ofensivos, revelando domínio sobre as situações que poderão propiciar erros colectivos.


O Guarda-redes poderá ser o capitão de equipa ou seu substituto na ausência desse. Representa a organização no desenrolar do jogo e representa os seus companheiros na defesa das vitórias e na obtenção inequívoca dos muitos golos marcados e dos poucos sofridos.

EQUIPAS NOS QUARTOS DE FINAL DA COOPERATIVA DE ÉVORA





























cooperativa GIRALDO SEM PAVOR




quarta-feira, 11 de junho de 2008

M.B.L. - SEGUROS vence taça giraldo da cooperativa de Évora

M.B.L. - SEGUROS 9 VS 3 MARISQUEIRA DELGADO

Equipa do MBL-Seguros

41 - Rui Panaça - jogador
42 - João Alexandrino - jogador
43 - Rui Ribeiro - jogador
44 - Hugo Carrasco - jogador
45 - Luis Canhoto - jogador
46 - Pedro Canelas - jogador / treinador
47 - Nuno Povoa - jogador
48 - André Salvador - jogador
49 - Nelson Machado - jogador
50 - Sérgio Lourenço - jogador
51 - Ricardo Cristo - jogador
52 - Luis Coxola - jogador
149 - João Canelas - dirigente

Equipa da Marisqueira Delgado

130 - Fábio Silva - jogador
131 - André Flores - jogador
132 - Duarte Ferreira - jogador
133 - Telmo Mendes - jogador
134 - André Fragoso - jogador
135 - Ricardo Ludovino - jogador
136 - Carlos Louro - jogador
137 - Fábio lourenço - jogador
138 - Paulo Santos - jogador
139 - Rogério Santos - jogador
140 - Victor Lopes - jogador
141 - João Correia - jogador
142 - Marcolino Rocha - treinador
143 - Luis Papança - dirigente
144 - João Mauricio - jogador

sexta-feira, 30 de maio de 2008

24h em Beja



O NAFAN levará a cabo a organização da VIII MARATONA DE FUTSAL "CIDADE de BEJA" a 5 e 6 de Julho. Mais informações brevemente.
Contacte Jaime Vieira - 962 821 433
para algum esclarecimento ou envie mail para nafanbeja@hotmail.com.

24h em Moura


GDM Feminino





O GDM Feminino, irá participar este fim de semana no II Torneio Nacional do Samouco. Esta prova irá servir para o GDM observar e preparar as atletas para a próxima temporada. Apesar de ir defrontar GRANDES equipas, o GDM irá aproveitar para rodar algumas atletas oriundas da equipa junior, tentando ainda assim dignificar o Futsal do Distrito e o clube.
A Quinta dos Lombos, é cabeça de cataz do Torneio, 2ª colocada no Campeonato de Lisboa, logo atras de Benfica (Campeã Nacional) e irá apadrinhar o GDM logo no 1º jogo ás 10h no Pavilhão de Alcochete. Também no grupo do GDM, está a formação da Caranguejeira (2ª classificada do Campeonato de Leiria), estas formações vão encontrar-se pelas 15e30h também em Alcochete.

Calendário Do Torneio

I FASE


Pavilhão do Samouco


09H00 - Samouco vs Alte
10H00 - Odemirense vs Alter
11H00 - Samouco vs Odemirense
12H30 - Alte vs Alter
15H30 - Samouco vs Alter
16H30 - Alte vs Odemirense


Pavilhão de Alcochete


10H00 - Quinta dos Lombos vs GD Montemor
12H00 - Caranguejeira vs Quinta dos Lombos
15H30 - GD Montemor vs Caranguejeira

II FASE


Pavilhão do Samouco
17H30 - Apuramento 5.º e 6.º Lugar
18H30 - Apuramento 3.º e 4.º Lugar
19H30 - Final

domingo, 25 de maio de 2008

Quando a ansiedade "compete" com a competição

Creio que é de extrema importância que os treinadores tenham conhecimento, ou simplesmente a noção, que este problema afecta (e de que maneira) a actuação dos seus atletas antes, durante e até depois do jogo. Neste sentido, importa reconhecer alguns sinais de alerta, a fim de minorizar os efeitos nocivos e colaterais que a ansiedade e o medo inerente possam causar no atleta, despertando uma ineficácia eminente no desenvolvimento das estratégias delineadas.
Desta forma, apresento este pequeno texto que penso que será de extrema importância para todos os treinadores e até mesmo para os próprios atletas.
Conheçam quem trabalhais para antecipar a resolução de um problema futuro...
A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.
A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral.
Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas consequências.
Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção.
As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.
A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica.
A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.Dentre vários sintomas poderão estar presentes os seguintes sintomas:
1- Aceleração da frequência cardíaca ou sensação de batimento desconfortável.
2- Sudorese (suor) difusa ou localizada (mãos ou pés).
3- Tremores finos nas mãos ou extremidades ou difusos em todo o corpo.
4- Sensação de sufocação ou dificuldade de respirar.
5- Sensação de desmaio iminente.
6- Dor ou desconforto no peito (o que leva muitas pessoas a acharem que estão tendo um ataque cardíaco)
7- Náusea ou desconforto abdominal.
8- Tonteiras, instabilidade sensação de estar com a cabeça leve, ou vazia.
9- Medo de falhar e não conseguir concetrizar os objectivos.
10- Enrubescimento ou ondas de calor, calafrios pelo corpo.
Muitos são os atletas que evidenciam comportamentos que comportam estados ansiosos e que se não forem devidamente tratados poderão agravar a sua conduta desportivo manifestando posteriormente uma ansiedade generalizada que irá carecer de apoio médico especializado.
Antes dos jogos, ou durante a semana de treinos poderão ocorrer manifestações de ansiedade (nervosismo, intiolerância, apreensão, etc), sobretudo se o atleta é inexperiente e/ou irá ser confrontado com uma situação competitiva nova, onde o grau de exigência dos objectivos do jogo é elevado ou simplesmente porque o medo de desiludir que acreditou no seu potencial poderá ser posto em causa. No momento que antecede o jogo os picos de ansiedade poderão ser mais elevados, dado que o momento é crucial .
Em todas as situações o treinador deve preparar os seus atletas no sentido de minimizar as condições favoráveis á propagação da ansiedade, dialogando com os atletas (em grupo ou individualmente), "aliviando-os" de certa forma de algum peso que eles acarretam. Desta forma, poderá ajudar o atleta a potencializar as suas prestações desportivas, potencializando um crescimento saudável, apoiado e sustentado, promovendo um atleta preparado adequadamente para a competição.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Uma equipa dois Campeonatos


Porque, às vezes, os campeonatos também são assim e a falta de fair-play predomina jornada a jornada... não importando como lá chegar, importa sim, é tocar no topo.


ANTES DO CAMPEONATO


A nossa equipa cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a descida.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais
para alcançar os nossos objectivos.
Mostraremos que é grande estupidez crer que
os adversários continuarão inferiores, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça desportiva no marcador será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa ganhar com as vitórias dos velhos campeonatos.
Quando assumirmos a liderança, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos, de nenhum modo, que
os nossos associados fiquem tristes.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do clube se esgotem.
Exerceremos a liderança até que
compreendam que
Somos o novo candidato à subida.


INICIADO O CAMPEONATO


Leia o texto acima, DE BAIXO PARA CIMA!

3ªDivisão Serie D