terça-feira, 4 de março de 2008

relatórios GDM

Séniores


No passado sábado o GDM deslocou-se novamente a Mourão, pra defrontar a equipa local, desta feita num jogo a contar para a meia-final da taça de Évora. O GDM, ao contrário da semana passada, controlou toda a partida e jogou sempre muito certo na defesa, conseguindo no ataque gerir bem a posse de bola e criar jogadas de muito perigo. Ao intervalo o GDM vencia por 1-0,com um bonito golo de Pedro Serpa, porém o Guarda Redes Samina apenas por uma vez havia sido chamado a intervir. A segunda parte deu mais do mesmo e o GDM alargou a vantagem com um tento de Zezinho, a partir dai a equipa de Montemor geriu ainda mais tranquilamente a partida e venceu com justiça esta meia final.
Na final o GDM defronta a Casa do Benfica de Viana, que derrotou o Sport Lisboa e Évora por 8-5.
Juvenis
O GDM recebeu e venceu a União Desportiva do Pinheiro da Cabiçalva em jogo a contar para a 9ª Jornada do Campeonato Distrital de Santarém. O GDM teve 10 minutos iniciais de fraca qualidade, aproveitados e bem pela equipa adversária para obter dois golos (o primeiro aproveitando um erro nosso e o segundo de um canto estudado). A equipa abanou, mas não caiu, aos poucos foi equilibrando e a meia da 1ª parte consegue reduzir um rápido contra ataque, e a poucos minutos do intervalo o GDM chega ao empate num lance de insistência de Rui Neto, que só à segunda consegue finalizar com sucesso. A segunda parte trouxe um GDM mais forte que teve algumas boas ocasiões de golo, mas sempre bem negadas pelo excelente guarda-redes da equipa contrária (um dos melhores do campeonato sem duvida), o GDM chega à vantagem a meio da segunda parte num lance de insistência, com o jogador da Cabiçalva a ser infeliz e a tocar a bola para o fundo da baliza. Até final o GDM teve o jogo sempre controlado, estando sempre mais perto de dilatar o marcador, do que sofrer o empate.
Em suma, vitória justa da equipa do GDM que no próximo dia 9 de Março recebe o 3º Classificado a equipa do DNO pelas 17h00. Por fim, sei que esta semana é complicada em termos de teste, por isso estudem e sexta voltamos à carga para preparar um jogo que se espera bastante complicado, como todos os outros.
Juniores

A equipa do GDM recebeu o Sporting de Viana em jogo da 4ª jornada do Campeonato Distrital de Évora. O GDM que na jornada passada tinha efectuado sem dúvida uma das piores exibições da época, entrou para este jogo consciente que teria de jogar mais e melhor futsal para levar de vencida a bem organizada equipa de Viana.
O GDM entrou bem no jogo, vez um golo logo dos primeiros minutos e em termos defensivos esteve muito bem durante quase todo o jogo, então o que se passou para termos vencido o jogo? O Sporting de Viana foi muito mais eficaz e teve sem duvida a sorte do jogo (marca no ultimo minuto da primeira e da segunda parte).
O que eu não compreendo é a oscilação nas exibições é do 80 ao 8, temos agora 15 dias para conversarmos e saber o que é que queremos do resto da época, e afinar estratégias para as três finais que nos restam (2 para o campeonato e 1 para a taça).
Só vos peço que acreditem, pois já conseguimos vencer qualquer uma das restantes equipas, temos é que entrar nos jogos determinado e concentrado no que temos que fazer e ter também um bocadinho a sorte do jogo.


Rui Simões

relatorios CBVA



- SÉNIORES –

Decorreram este Sábado as Meias – Finais da Taça de Évora em Futsal, que tiveram frente a frente as equipas da Casa do Benfica de Viana do Alentejo e o Sport Lisboa e Évora e no outro jogo o Mourão Atlético Clube e o G.D.Montemor, tendo sido apuradas as equipas da Casa do Benfica e o G.D.Montemor que em Maio vão disputar a Final.
A Casa do Benfica após ter defrontado esta equipa no último fim-de-semana a contar para o Campeonato Distrital de Futsal estava ciente das dificuldades que os esperavam, pois esta equipa do Sport Lisboa apesar da juventude do seu plantel é uma equipa muito aguerrida e com jovens jogadores que tem todas as condições para vingarem no nosso Futsal nos anos que se avizinham.
A Casa do Benfica alinhou com: Pires (Baliza), Vitor Hugo (Fixo), Rogério Bento e PP (Alas) e Bélito (Pivot) e jogaram ainda: Calado e Falé.
A Casa do Benfica iniciou o jogo um pouco desconcentrada no sector defensivo o que permitiu ao Sport Lisboa criar perigo e enviar mesmo 2 bolas ao poste nos primeiros minutos da partida, e esta pressão inicial veio mesmo a ser traduzida em golo, que veio a dar a vantagem no marcador ao Sport Lisboa e a criar alguma desconcentração á Casa do Benfica, que passou a fazer uma pressão alta e chega mesmo ao empate, tranquilizando mais a equipa que a partir daqui defendeu e atacou de forma mais consistente o que lhe permitiu chegar ao intervalo com o resultado de 6 – 1. Na segunda parte os minutos iniciais foram á imagem da 1ª parte, a Casa do Benfica a controlar os acontecimentos e a fazer o 7-1, o que veio a deixar a equipa com uma vantagem muito confortável, o que teve algumas indicações negativas na equipa, que baixou os níveis de concentração e a consistência defensiva, o que permitiu á aguerrida equipa do Sport Lisboa uma recuperação notável, que veio a marcar 4 golos de seguida e a colocar o marcador em 7-5. A Casa do Benfica recorreu então a um desconto de tempo e rectificou as falhas defensivas e depois de uma consistente posse de bola e através de uma boa combinação atacante faz o golo da tranquilidade, chegando ao resultado final de 8-5 e a dar acesso á Casa do Benfica de Viana o acesso á Final da Taça. Queremos destacar a boa atitude da equipa do Sport Lisboa, que nunca baixou os braços e deu uma excelente réplica e também á equipa de arbitragem que conseguiu passar despercebida e realizar um trabalho sem sobressaltos, e finalmente os nossos parabéns á nossa equipa que conquistou o acesso á Final e realizou num contexto geral uma boa exibição, embora ainda alterne durante o jogo períodos menos bons com períodos de muito bom nível de Futsal.


- JÚNIORES –

Viana do Alentejo foi palco no passado Domingo de mais um jogo do Campeonato de Juniores em Futsal, jogo que dizia respeito ao inicio da 2ª volta deste curto Campeonato e que opôs as equipas da Casa do Benfica de Viana e o Sport Lisboa e Évora. Já se esperava um jogo muito equilibrado e com dificuldades acrescidas para a Casa do Benfica pois existe já um grande conhecimento mútuo entre estas 2 equipas pois já disputaram vários jogos esta época.
A Casa do Benfica alinhou com: Carlos (Baliza), Bruno Folgoa (Fixo), Yago e Tiago Viegas (Alas) e Petit (Pivot) e jogaram ainda: Tiago Galego, Luis Metrogos (1), Bruno e Rui. O jogo como já espera começou de uma forma muito táctica e com as equipas a arriscar muito pouco, com uma grande toada de equilíbrio, com varias oportunidades em ambas as balizas, e á passagem dos 10minutos da 1ª parte a Casa do Benfica chega á vantagem e pensava - se que a partir daí com uma boa consistência defensiva a Casa do Benfica podia vir a controlar os acontecimentos, mas o Sport Lisboa chega ao empate pouco tempo depois e nivela os acontecimentos, e chega – se então ao intervalo com 1-1 no marcador. A segunda parte é novamente marcado por o equilíbrio e por nos minutos iniciais o aparecimento do golo do Sport Lisboa que chega ao 2-1, o que veio a obrigar a Casa do Benfica a fazer pressão alta e mesmo marcação individual em quase toda a 2ª parte, o que provocou um enorme desgaste e fez com que os jogadores de Viana jogassem mais com o coração do que com a cabeça e falhando lances de golo quase certos e em outras ocasiões o guarda-redes com boas intervenções a negarem o golo da Casa do Benfica de Viana, chegando-se então ao final do encontro com a vitória do Sport Lisboa e Évora, num jogo em que os nossos atletas estão de parabéns, porque deram tudo o que tinham e pelo esforço efectuado talvez merecessem outro resultado, nota positiva também para o Sport Lisboa que com uma boa equipa de jovens jogadores apresentou bons pormenores e que se relançou na disputa do Campeonato Distrital, apenas nota negativa para a arbitragem, mais concretamente para o Sr.Aires, que tem de entender que não é ele o protagonista dos jogos que arbitra, pois faz questão de dar nas vistas em todos os jogos, o que realmente consegue, mas pela negativa, neste jogo em concreto desde “bate-bocas” com dirigentes e jogadores, a atitudes incompreensíveis no que á maneira de se dirigir aos jogadores diz respeito, foi realmente uma manhã para esquecer, e estas atitudes não foram apenas para a Casa do Benfica, foram para as 2 equipas, fica aqui a nossa chamada de atenção ao Sr.Aires que a ditadura já acabou, e que as pessoas tem direito a ter opiniões próprias e o que o senhor diz não é lei, bem pelo contrário…Mas vamos ao que interessa , que é manifestar o nosso apoio á equipa de Juniores e que já no próximo jogo realizem mais uma boa exibição e se possível alcançar os 3 pontos.

relatorio dos jogos do sle


A ascensão ao 1º lugar no Distrital de Juniores; a eliminação da equipa “B” nas meias-finais da Taça de Évora e, nova derrota no Nacional da 3ª Divisão, marcaram o fim-de-semana do Sport Lisboa e Évora.
Campeonato Nacional da 3ªDivisão
NACIONAL DA MADEIRA - 4
SPORT LISBOA E ÉVORA/TYCO ELECTRONICS – 1
Na Ilha da Madeira a equipa sénior “A” do Sport Lisboa e Évora, realizou a sua última grande viagem neste Nacional, averbando nova derrota frente ao Clube Nacional da Madeira.
Com o seu destino praticamente traçado – a descida de Divisão, restará à equipa continuar-se a bater com a mesma dignidade que tem colocado em campo, não só para dignificar o nome do Clube, como também a própria identidade e dignidade do plantel.


Campeonato Distrital de Juniores Masculinos – 4ª Jornada


CASA DO BENFICA DE VIANA DO ALENTEJO – 1
SPORT LISBOA E ÉVORA/R_Motors/ – 2


Vitória = a liderança!
Pavilhão de Viana do Alentejo


Jogo dirigido por Luís Aires de Évora


SLE – Tó Mané; Duda (1); Fragoso (1); Luís Paulo; Figueiras – CAP.; John ; Mário; Nuno Mendes ; Ricardo e Pinelas.


O arranque da 2ª volta deste Campeonato, ficou marcado além da importante vitória do SLE em Viana do Alentejo e, beneficiando também da derrota do GD Montemor em cada frente ao Sporting de Viana, pela ascensão da equipa ao topo da classificação, com mais dois pontos que o seu mais directo adversário, precisamente o GD Montemor.
Crente não só duas suas potencialidades como também da importância da partida – perder era “proibido”, o SLE iniciou a partida jogando em 2/2 – preferencialmente, com os alas bem abertos, tentando assim criar algum fosso a meio e com isso conseguir algumas penetrações, boa parte das vezes pelo meio do terreno fruto exactamente deste sistema táctico.
Sendo evidentemente um jogo de “grande paciência” com poucas possibilidades de golo, havia naturalmente que tentar explorar também algum erro do adversário.
Dominando nesta fase do jogo, senão em oportunidades pelo menos em controlo da partida – exemplo disso é o facto do seu adversário só cerca dos 12m ter sem perigo rematado à baliza contrária.
Por seu lado a Casa do Benfica respondia preferencialmente em contra ataque, tentando aproveitar alguma desatenção do seu adversário.
Com estas características, o 0/0 verificado ao descanso acabava por se justificar.
Sabendo que a vitória era o único resultado – pelo menos em teoria que lhe interessava, o SLE iniciou a etapa complementar tentando imprimir um pouco mais de velocidade e, com isso, abrir alguma brecha na bem estruturada muralha defensiva da equipa da casa.
Num rápido contra - ataque porém a equipa da casa contra a corrente do jogo acabou por inaugurar o marcador, transmitindo alguma “injustiça” ao resultado.
Nos momentos de dificuldade é que vêm ao de cima o estofo psicológico; de carácter e de grupo de um colectivo.
Arregaçando as mangas e passando grande parte do tempo a jogar preferencialmente em 3/1, o SLE voltou a ter o domínio da partida, empurrando de forma clara o seu adversário para bem perto da sua área e, sem surpresa alguma Duda num remate indefensável acabou por repor a igualdade.
Sem baixar os braços, cerca de 5m após o tento da igualdade numa jogada confusa dentro da área dos 6m, Fragoso acaba por marcar o segundo golo do SLE, quando fartariam cerca de 10m para o final da partida.
Sem nada a perder, o técnico do Viana fez o que se lhe exigiria: pressão alta, ou seja praticamente a tentativa de marcação a campo inteiro, tentando pressionar logo junto à área adversária o portador da bola.
Com o tempo que faltava para jogar a partida ter-se-á tornado de facto mais confusa, proporcionando inclusivamente muito mais contacto físico, perdendo alguma da sua “beleza” até aí.
Este cariz da partida ir-se-ia manter até ao final, sendo que qualquer das duas equipas poderia ter marcado pelo menos por mais uma vez.
O resultado final acaba por ser justo, revelando por um lado a seriedade empregue no jogo pela Casa do Benfica, e por outro lado a grande maturidade; sentido táctico e personalidade do SLE.
No SLE seria da mais elementar injustiça destacar alguém em particular, mas isso sim o colectivo: as grandes equipas fazem-se no mais pequeno detalhe.
É evidente que face aos resultados verificados nesta jornada e a duas jornadas do fim, o SLE “terá eventualmente” dado um passo em frente rumo ao 1º título distrital da categoria, uma vez que irá receber o GD Montemor – talvez o “JOGO DO TÍTULO” em Évora em 16 de Março, encerrando o Campeonato no dia 30 também de Março e ainda em casa frente ao Sporting de Viana.
Num jogo que foi fácil de dirigir até aos 10m finais – mas depois complicou-se, o árbitro acabou em n/opinião por fazer trabalho bem aceitável.
É verdade que não tem a Associação mais Árbitros para nomear para estes jogos, mas atendendo ao facto de ser um Campeonato curto em que está em discussão a presença – pela 1ª vez, do representante não só de Évora como do Alentejo na Taça Nacional, bem se justificava um esforço adicional.


TAÇA DISTRITO DE ÉVORA – Meias-finais


CASA DO BENFICA DE VIANA DO ALENTEJO – 8
SPORT LISBOA E ÉVORA”B” – 5
Justo mas Exagerado. . .!
Pavilhão do Sport Lisboa e Évora
Jogo dirigido pela dupla de Manuel Quadrado/Vítor Rego
SLE – Pedro – Cap. ; Carlos Rosa(2); Duda ; Gonçalo; Fábio ; Luís Lourenço ; Luís Figueiras; Ricardo Ludovino (3) e João Correia.
Uma semana depois de se terem encontrado para o Campeonato, os mesmos adversários jogaram em Viana do Alentejo a passagem à final.
Acabou por ser um jogo algo parecido ao disputado em Évora, com um senão: em vez do 3/0 de Évora quase ao descanso por parte do SLE, nesta partida o SLE fazendo uns muito interessantes 10m inicias, acabaram por dominar o jogo e o 0/1 a seu favor era lisonjeiro para a equipa da casa.
Depois, bem aconteceu o que ainda não tinha acontecido com esta equipa; o SLE “desapareceu totalmente do jogo”, aproveitando e bem o seu adversário por aproveitar e muito bem a ausência alheia, fazendo até ao descanso e quase de rajada uns exagerados 5/1 ao intervalo.
Apostando num esquema de jogo simples – contar ataque com a bola lançada em profundidade pelo Guarda-redes para o seu colega mais adiantado – qual pivot de andebol, baralhou claramente uma equipa falha de ideias e de iniciativas.
Continuando “ausente do jogo” no arranque da 2ª parte e mantendo-se as características da etapa inicial, SLE rapidamente se viu a perder por uns claros 1/7, chegando a pairar o espectro da goleada: um time – out bem sucedido; o aparecimento da equipa nomeadamente de Ricardo Ludovino, permitiu ao SLE apoquentar de forma bem clara o seu adversário, ao chegar aos 5/7 ainda com algum tempo para jogar.
No entanto já seria pedir talvez demais a equipa depois de tamanho esforço vindo o resultado final a ser alcançado nos instantes finais.
O SLE sai da prova de cabeça bem erguida, deixando uma excelente imagem do valor da equipa: a mesma já provou ter categoria e estofo para voos maiores, assim haja boa vontade de quem de direito.
Quanto à Casa do Benfica assentando a sua estratégia no que já foi descrito, teve no entanto dois valores que fizeram a diferença: o Guarda-redes Pires não só pelo que defendeu como nas “quebras” de jogo que conseguiu

e bem, além de Pepe que aproveitou e bem a sua velocidade e o desnorte do adversário.
Arbitragem sem problemas de maior.


http: slefutsal.no.sapo.pt

domingo, 2 de março de 2008

Resultados do Fim de Semana


Meia final da taça de Évora



Casa do Benfica 8-- 5 Sle b



Mourao 0-- 2 Gd.Montemor



3ªDivisão serie D



Baronia 0- -7 Atlético Cp



Nacional Madeira 4- -1 Sle



3ªDivisão serie C



A.D.Alter 5 - -7 Ladoeiro


Distrital de Évora (Feminino

Tyco, 13 - Alcaçovense, 0

Juventude, 10 - Luso Morense, 3

GDM, 4 - C.Benfica de Évora, 1

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Entrevista a Luis Barreto Distrital de Portalegre


1-Quais são os principais objectivos do Estrela de Portalegre?
O Estrela de Portalegre tem um objectivo um pouco diferente das outras equipas porque trata-se principalmente de um grupo de amigos que se juntou para jogar futsal. Não querendo dizer com isto que não queremos ganhar todos os jogos porque queremos mas o objectivo não é sermos campeões mas sim a pratica do desporto com pessoas com as quais convivemos não só no desporto mas também fora dele.


2- Que analise faz deste campeonato distrital de Portalegre que entra agora na sua fase final? Surpresas? Desilusões?

Este ano o distrital de Portalegre atingiu um bom nível não só em quantidade mas também eu qualidade. Mais equipas e mais fortes com um maior equilíbrio entre elas onde se denota uma evolução no nível táctico e técnico onde já se começa a notar a diferença entre jogar num campeonato federado ou num simples torneio de verão. Até agora a surpresa positiva são um lote de equipas que estão a lutar pelos lugares de cima onde incluo o Estrela, Desportivo, Casa Branca, Galveias, Arronches e Avis. Desilusões talvez o Campo Maior que começou muito bem mas perdeu a norte a determinada altura quando perdeu com o Reguengo.

3- O Eléctrico partiu em vantagem neste campeonato? Porque?

O Eléctrico não partiu em vantagem, acho que a foi conquistando ao longo do campeonato. A principal vantagem do Eléctrico é a experiência que foram adquirindo pelo facto de já jogarem juntos há vários anos e como se sabe alguns já participaram no Nacional o que lhes confere um “calo” diferente.


4- Esta época o Distrital de futsal de Portalegre está mais competitivo?
Penso que sim, houve incertezas até este fim-de-semana, mas penso que agora, pelo menos o 1º lugar está certo por parte da Ponte de Sor.


5- O que é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de 11?
O futsal apesar de ser parecido com o futebol de 11 tem algumas particularidades que são necessárias para se praticar futsal:
Muita Técnica individual, mentalidade táctica muito apurada, condição física elevada devido ás constantes mudanças de velocidade e de ritmo e claro gostar mais de jogar futsal do que futebol de 11 porque só assim se pode “desligar” os vícios adquiridos.





6- Qual o seu 12 ideal do Alentejo?
É difícil fazer um 12 ideal porque não conheço as equipas da parte de baixo do Alentejo mas concordo com o meu amigo Miguel – aquela equipa da Aldeia Velha estava muito forte e continha um bom leque de jogadores, mas sou suspeito porque eu também fazia parte dela.


7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?
É um pouco por vários motivos:
1º Perde-se a noção do jogo quando se entra para dentro do campo
2º Perde-se a razão quando se diz a um jogador para não fazer isto ou aquilo depois vamos para o campo e fazemos precisamente a mesma coisa.
3º Mistura-se um pouco o trabalho de treinador com o de jogador quando eles devem estar separados.

Projectos só tenho um o de continuar a estar ligado ao Futsal seja dentro ou fora de campo.


8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação

O respeito adquire-se como pessoa nunca como jogador ou como treinador.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Distrital de Portalegre




RELATÓRIO ELECTRICO

Um Desportivo complicado...

O jogo da última jornada do campeonato distrital de futsal de Portalegreafigurava-se como uma das últimas grandes provas que o Eléctrico teriade superar, para atingir o objectivo final… Posto de outra forma: seperdêssemos, os nossos mais directos adversários aproximavam-se epodiam acalentar uma nova esperança de nos alcançarem. A equipa sabiadisto e sobretudo sabia do valor da equipa adversária, o Desportivo dePortalegre, que diga-se em abono da verdade, foi o conjunto que maisdificuldade criou, quer no jogo da primeira volta em Ponte de Sor, querneste último em Portalegre. O motivo para tal talvez seja a fortecoesão defensiva que esta equipa apresenta, encaixando-se na perfeiçãono modelo de jogo do Eléctrico. Foi uma excelente partida defutsal, muito táctica, com as equipas a estudarem-se numa fase inicial.Obviamente o EFC era quem tomava as rédeas do jogo, enquanto oDesportivo optava por sair perigosamente em contra-ataque. Asoportunidades começaram a surgir, mas ambos os guarda-redes semostraram em excelente forma. Bruno, o GR do EFC foi mesmo um dosmelhores jogadores em campo, tendo realizado um panóplia de defesas dealto nível. Outro dos melhores em campo, Julinho, foi quem abriu omarcador por volta do minuto 15 do primeiro tempo. Num movimento dediagonal, recebe um excelente passe de Bertola, tira um adversário dafrente com uma excelente simulação e remata rasteiro e colocado aoposte mais distante. Estava feito o mais difícil, já que o Desportivose encontrava a defender muito bem e só num desequilíbrio individual aequipa foi batida. O intervalo surgiu e no segundo tempo oDesportivo começou a ter mais posse de bola, enquanto o EFC geria ebem, a magra vantagem alcançada. Agora era a equipa de Portalegre queatacava em ataque organizado e o Eléctrico que espreitava o contragolpe. Porém, o Eléctrico defendia muito bem e o Desportivo nãoconseguia criar situações de golo. Foi por volta do décimo minuto dasegunda parte que Serrano, em contra-ataque pois claro, lançado emvelocidade, finta o GR e marca o segundo da equipa de Ponte de Sor. Apartir deste segundo golo, o EFC limitou-se a gerir o resultado,trocando bem a bola e sobretudo defendendo com muita entreajuda. ODesportivo, de forma esforçada, tentava ainda discutir o resultado massem sucesso.O resultado final de 0-2 foi justo, o EFC ultrapassa umimportante obstáculo e prova uma vez mais que encara cada partida comose de uma final se tratasse, independentemente do adversário que tempela frente. Alma Eléctrico!
Texto de Rogério Alves

Relátorio do Reguengo

Vitória com gestão do plantel

No passado Sábado, disputou-se a 18º jornada do Campeonato Distrital de Futsal. Um jogo que pôs frente a frente o Atlético de Arronches com a nossa equipa do Reguengo. Foi um jogo bem disputado, em que na 1ª parte predominou a eficácia da nossa equipa e na 2ª parte assistiu-se a um ligeiro domínio da equipa da casa. O resultado foi favorável à nossa equipa por 8-5.O treinador Miguel aproveitou este jogo, para rodar jogadores menos utilizados, começando a jogar com o Marco (GR), Gonçalo (FIXO), Piui (ALA), João Maltez (ALA) e Carlos (PIVOT). A equipa do Reguengo iniciou o jogo com atitude de querer ganhar, mas inicialmente não conseguia encontrar o caminho do golo! Mas quando o treinador Miguel pediu para ser feita pressão sobre a equipa adversária, e já com o Felismino e o Renato em campo, João Maltez, num roubo de bola do Piui, consegue fazer o 1-0. As indicações eram claras, e a pressão era bem feita, e não foi com surpresa que, o mesmo João Maltez faz mais dois golos, fazendo assim um “hat-trick”. A equipa do Arronches, consegue pouco depois, reduzir a desvantagem para 3-1. Mas a pressão e a eficácia era de tal maneira, que o Reguengo consegue aumentar a vantagem, de novo por João Maltez. Foi uma boa combinação com Piui e mais um golo para a conta pessoal do João, colocando o marcador em 4-1. A equipa do Reguengo jogava muito bem, e já com o Vaz e o Filipe em jogo, foi feito mais um golo, desta vez marcado pelo Renato. Numa boa recuperação de bola, num 3 p/ 1, o ataque transforma-se num contra-ataque, e o mesmo Renato vai finalizar ao 2º poste. Era o 5-1 e o Reguengo jogava bom futsal. Pouco tempo depois, e já perto do intervalo foi a vez de Felismino fazer um golo. Numa jogada de 3 p/ 1, Felismino a finalizar muito bem, e a estabelecer o resultado ao intervalo em 6-1. De salientar ainda, o golo 100. Felismino a entrar para a história do Reguengo, marcando o golo 100 deste campeonato. (Parabéns parceiro).A 2ª parte começou com a equipa do Arronches a querer desfazer este resultado. Foi uma equipa batalhadora e sempre a querer procurar o golo. Foi assim, com esta atitude, que o resultado mudou para 6-2, numa jogada de insistência, o Arronches faz o golo. Mas a equipa da casa preocupa-se muito com o ataque e pouco com a defesa, e não era com surpresa que, muitas vezes, era apanhada em contra-pé. Mas eficácia da 1ª parte não surgiu na 2ª, e o Reguengo foi muito perdulário em lances de contra-ataque. Mas este era o dia do João Maltez, e com mais um potente remate, este faz o 7-2, fazendo assim o seu 5º golo da tarde. A equipa do Arronches continuava com a mesma atitude, e fez mais 2 golos, sendo um deles uma grande infelicidade do Gonçalo. Este fez um auto-golo, num lance infortuito. (Acontece aos melhores AMIGO). O resultado era agora de 7-4, o que serviu para galvanizar a equipa da casa. Mas o Reguengo, não se deixou “dormir”, e foi num lance de insistência do ataque do Reguengo, que Renato faz mais um golo, e este foi de pé direito (uma coisa inédita). Serviu para acalmar as “hostes” e para concentrar a equipa. Já mesmo nos últimos instantes da partida a equipa do Arronches ainda fez um golo, estabelecendo o resultado final em 8-5. Como dizia o treinador Miguel no final do jogo, “depois de um resultado menos bom é sempre importante uma vitória.” Os 3 pontos a sorrirem, mais uma vez à nossa equipa. Aproxima-se, agora, uma série de jogos importantes e complicados. È já no próximo Sábado que vamos defrontar a equipa do Desportivo. É uma equipa muito bem organizada e coesa, ao qual temos que estar muito atentos. Pedimos, como em todos os jogos e que tão bem têm correspondido, a presença do nosso público, que nos dão força e animo para a conquista dos nossos objectivos. (OBRIGADO a todos aqueles que se deslocaram ao pavilhão de Arronches

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Proposta há associação de Évora


Havendo uma selecção de Juniores na associação de Évora, porque não haver uma selecção de seniores?? Havendo essa selecção as equipas do Alentejo que sobem á divisões mais competitivas, teriam mais escolha e mais qualidade para manterem. É uma proposta para a associação de Évora, podiam por exemplo esta selecção de Seniores disputar jogos contra selecções do distrito de Beja, Portalegre etc. Deixem as vossa opiniões!!

Vamos todos deixar um incentivo a associação de Évora
Para não haver comentarios improprios, informo que esta votação foi porque já houve muitos pedidos para efectuar este pedido há associação

Jornada 6 do distrital de Évora

SLE 5 - - 7 C.B.V.A 19h Pav do SLE


Sporting Viana 5- -6 A.A.C 20h Pav. Municipal de Viana


Mourão 2- - 3 G.D.M 19h Pav. Municipal de Mourão

Relatorio SLE


LAGOA 12, SLE - 3

Foi na bonita ilha de S.Miguel que teve lugar mais uma jornada de futsal para a equipa do SLE. Em campo duas equipas com realidades orçamentais totalmente diferentes, de um lado uma equipa do Lagoa que aposta forte na subida de divisão, e para tal, possuí nas suas fileiras Belchior, jogador internacional português de futebol-praia, com presenças assíduas nas convocatórias do selecionador Zé Miguel e ainda o ex-internacional e capitão de Benfica e Sporting Vitinha, que apesar da sua idade, acrescenta serenidade e experiência nesta equipa. Uma equipa do Lagoa que benefecia de apoios financeiros da região que lhe permite possuir nas suas fileiras estes jogadores e ainda outros para que possam lutar por objectivos mais ambiciosos. Apoios que as equipas, sobretudo as alentejanas não tem. Talvez tenha sido essa confiança e ambição, que fez com que a equipa Açoreana entrasse muito forte no jogo, contudo o SLE respondeu sempre e a cada golo dos locais responderam os visitantes e aos 7 min de jogo havia 2-2. Foi nessa altura que surgiu uma dos momentos mais importantes. O SLE acentava o seu jogo numa defesa homem-a-homem e partiu em rápidos e perigoso contra-ataques e foi numa dessas oportunidades e podendo fazer o 2-3, que num lance com o GR adversário Márinho se lesiona com gravidade. Foi sem dúvida um rude golpe numa equipa que estava a dar muito boa réplica às investidas contrárias. Esse lance marcou o jogo, e equipa demorou muito tempo a recuperar, tempo a mais que mais uma vez pagou caro. E até ao intervalo a equipa do Lagoa dominou e marcou. Pesado demais o resultado ao intervalo que se fixava em 9-2. Na segunda parte o SLE soltou-se, acreditou em si e pôs em sentido a equipa do Lagoa. Em oportunidades e bom futsal, não ficou atrás desta "abastada" equipa açoreana, que apenas marcou por lances individuais. O SLE mostrou que não possui uma equipa banal, que muitas vezes ao longo do campenato sofreu sobretudo com a falta de experiência nestas andanças de alguns dos seus jogadores, e pagou caro tal situação. Não possui mundos e fundos, e por isso não pode contratar jogadores de outras caracteristicas. No entanto, estes atletas mostraram uma vez mais que talvez com mais condições, com mais apoio desde o ínicio do campeonato, estariam concerteza noutra situação na tabela classificativa. Contudo, não são de vitórias morais que vive o futebol, e para quem não assiste aos jogos nem aos treinos, só lhe interessa o resultado, e é dele que tiram as conclusões (nem sempre as mais acertadas). Para aqueles que não puderam assistir ao jogo fica aqui a nossa informação do resultado final, 12-3, para puderem concluir. Como nota final, o blog da secção de futsal do SLE, em nome de toda a equipa, deseja as rápidas melhoras ao nosso atleta Mário Linhol (Márinho), e que volte rápido, quem sabe já na próxima jornada.
Publicada por Sport Lisboa e Evora

Relatorios cbva

- SÉNIORES –
A Casa do Benfica de Viana deslocou – se a Évora no passado Sábado para defrontar a equipa do Sport Lisboa e Évora, encontro este que marcava o fim da 1ª Volta do Campeonato, e que antes desta Jornada tinha o Sport Lisboa em 2ª Lugar e a Casa do Benfica com menos 3 pontos em 4ª Lugar.
Tratava – se portanto de um encontro muito importante para ambas as equipas e que no final podia ter mexidas na Tabela Classificativa.
O Sport Lisboa, que se apresenta com uma equipa muito móvel e com muita juventude no plantel, tem vindo a efectuar um bom Campeonato e os resultados da equipa disso são exemplo, a Casa do Benfica estava ciente das dificuldades com que se iria deparar, mas também disposta a somar os 3 pontos e ocupar o 2º Lugar da Tabela.
A Casa do Benfica de Viana alinhou com: Pires (Baliza), Vítor Hugo (Fixo), Rogério Bento e Calado (Alas) e PP (Pivot), jogaram ainda: Bélito, Falé e Sau.
A Casa do Benfica entrou no jogo em pressão alta criando algumas dificuldades iniciais ao Sport Lisboa mas aos poucos forma conseguindo sair da pressão e inauguraram mesmo o marcador e fruto de uma eficácia muito elevada fizeram mais 2 golos, estando o Sport Lisboa a meio da 1ª Parte a ganhar por 3 – 0. Parecia então que se iria tratar de uma tarde muito infeliz para a equipa de Viana mas o golo de Falé veio dar um abanão no jogo e deixou um alerta para o Sport Lisboa que o jogo ainda não estava resolvido e para a Casa do Benfica que se queria ganhar o jogo teria que correr mais e trocar a bola mais rápido e com mais eficácia, e antes de terminar a 1ª parte mais um golo para a Casa do Benfica, que traduz mais fielmente o que se passava em campo, e foi com 3 – 2 no marcador que se chega ao intervalo.Depois de rectificados alguns aspectos menos conseguidos na 1ª parte a Casa do Benfica entra na 2 ª parte com vontade de dar a volta ao marcador e vem mesmo a fazer o empate logo nos primeiros minutos da 2ª parte igualando o marcador e dando confiança que a vitória estaria ao nosso alcance. O Sport Lisboa um pouco desconcentrado permite então mais 2 golos e uma vantagem tranquilizante no marcador, mas que não veio a ser aproveitada pois o Sport Lisboa nunca baixou os braços e foi reduzindo, nunca ficando a Casa do Benfica com uma vantagem superior a 1 golo, a equipa de Viana começa então a ficar em campo com uma postura compacta, quer a defender quer a atacar e quando isso acontece a equipa dá excelentes indicações e cria muitas dificuldades aos adversários, foi precisamente o que se passou na 2ª parte, que só apenas nos minutos finais frutos de contra-ataques rápidos a Casa do Benfica alcançou os 2 golos de vantagem e levar o encontro de vencida, terminado o jogo com 7 – 5 no marcador. Tratou – se acima de tudo um bom jogo de Futsal com 2 equipas a lutar pela vitória do 1º ao último minuto e com muito público a assistir ao encontro o que infelizmente não é muito frequente no Campeonato Distrital. Queríamos também desejar felicidades ao nosso jogador Sau, que por motivos profissionais vai ter quer se ausentar do País por tempo indeterminado e fica então o nosso obrigado por aquilo que o atleta fez pelo Clube até á data. A Casa do Benfica está de parabéns e no fim da 1ª Volta ocupa o lugar merecido, sendo 2ª na Tabela Classificativa do Campeonato Distrital de Futsal de Évora.



- JUNIORES


Também no Campeonato Distrital de Futsal de Juniores se disputou o ultimo encontro da 1ª Volta do Campeonato, neste encontro estiveram frente a frente as equipas do G.D.Montemor e a Casa do Benfica de Viana do Alentejo.
A equipa de Viana deslocou – se então ao terreno do líder conhecedora das dificuldades que se esperavam, pois a contar para o Campeonato em casa o G.D.Montemor só contava com vitórias.
A Casa do Benfica alinhou com: Carlos (Baliza), Luís Metrogos (Fixo), Yago e Tiago Viegas (Alas) e Petit (Pivot) e jogaram ainda : Macieira, Rui, Bruno e Tiago Galego.
A Casa do Benfica entrou nesta partida desfalcada do seu capitão Bruno Folgoa, e principal referência da equipa até então, sendo obrigada a fazer ajustes na sua táctica, dando então prioridade a uma defesa coesa e em bloco, dando a iniciativa ao G.D.M e espreitando as jogadas rápidas, o que veio a dar bons resultados pois nos primeiros minutos do encontro a Casa do Benfica marcou 2 golos e deixou intranquila a equipa de Montemor que sentia muitas dificuldades em entrar no reduto defensivo dos jogadores de Viana. Mas o líder do Campeonato reorganizou a equipa e faz o 2 – 1 no marcador quase a terminar a 1ª parte, sendo este o resultado ao intervalo. A segunda parte começa como acabou a primeira, o G.D.M com a iniciativa do jogo mas sempre a ter pela frente uma equipa de Viana a defender quase na perfeição e o Guarda-Redes Carlos em bom plano, tratou – se de uma 2ª parte muito equilibrada com as ocasiões de golo em ambas as balizas a sucederem – se com frequência. A Casa do Benfica ainda fez o 3 – 1 numa jogada de insistência de Rui e a concluir com um bom golo, mas o G.D.M passa então a jogar com Guarda – Redes avançado e faz mesmo o 3 – 2, e com o fim da partida á vista faz o 3 – 3 final fruto de um auto – golo da Casa do Benfica de Viana, resultado que segundo nós acaba por ser injusto, pois a Casa do Benfica pela postura que apresentou e pela forma como actuou em equipa merecia a vitória, estão então de parabéns estes jovens, que sendo na totalidade Juvenis e estarem a jogar num Campeonato de Juniores tem uma missão muito complicada, mas que semana após semana vão rubricando boas exibições fruto de um bom trabalho semanal e de muita dedicação, sendo por isso este grupo de trabalho um exemplo a seguir. Palavra ainda para a estreia do jovem brasileiro Yago, que teve então a oportunidade de contribuir para o bom desempenho da equipa sendo este o seu primeiro jogo esta Época, e esperemos que seja o 1ª de muitos jogos ao serviço da Casa do Benfica de Viana.

Relatorio GDM




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Relatorios portalegre


Relatório do jogo do Eléctrico:


Mais uma vitória do EFC. Desta vez foi o Nisa a vítima da sede de vitória do Eléctrico, tendo sido massacrado em Ponte de Sor por 8-1. Aconteceu no passado Sábado, perante um pavilhão Municipal de Ponte de Sor com algum público (o habitual…). O EFC cumpriu o seu papel, vestiu a pele de líder do campeonato (cada vez mais, não é…) e entrou no jogo decidido a resolvê-lo rapidamente. E assim foi, com Serrano a abrir o marcador logo nos minutos iniciais da partida. Depois foi Julinho a facturar. O Nisa ainda reduz para 2-1 num raro remate à baliza de Bruno. Antes do intervalo Xico marca o terceiro do Eléctrico. Na segunda parte o mesmo jogador faz o 4-1. Rogério (que jogador…) marcou 3 golos seguidos, aumentando para 7-1 e finalmente a contagem foi fechada pelo Luís Carrrlos.
Um jogo que se tornou fácil a partir do quarto golo do Eléctrico, pois até lá a equipa de Ponte de Sor não estava a conseguir materializar em golos, a superioridade que era notória em campo.
Mais uma etapa vencida, mais uma vitória (já lá vão 17), numa jornada em que os adversários mais próximos tropeçaram, ficando o objectivo final cada vez mais próximo.

Texto de Rogério Alves


Relatório do jogo do Reguengo:

Empate a seis com o Estrela
Resultado incerto até ao fim!!

Foi no passado domingo que a nossa equipa defrontou o Estrela de Portalegre. Quem se deslocou ao pavilhão de certo que não ficou desiludido, porque ambas as equipas praticaram bom futsal, sendo um jogo muito aberto, o que originou um empate a 6 bolas. Um jogo muito emocionante.A equipa do Reguengo iniciou o jogo com Jorge (GR), Gonçalo (FIXO), Renato (ALA), Piui (ALA) e João Maltez (PIVOT). A equipa do Estrela começou por “pegar” no jogo, criando alguns lances de perigo, sempre desfeitos pela sua defesa. O Reguengo, aos poucos, criava também os seus lances de ataque, equilibrando assim a partida. O golo poderia surgir de qualquer equipa, mas foi o Reguengo que marcou primeiro. João Maltez, a receber a bola de Piui, e isolado frente ao GR adversário, faz o 1-0. O Estrela não baixou os braços e minutos depois, na marcação de canto, faz a igualdade. Com este golo, o jogo começou a ganhar contornos de equilíbrio, mas foi de novo o Estrela, num lance fortuito, que marcou de novo, virando o resultado para 2-1. O Estrela ganhava folgo e confiança, e já com Miguel e Felismino em campo, o resultado é alargado para 3-1 a favor do Estrela. Um golo tirado a papel químico do 1º do Estrela. Um canto marcado, e mais uma desatenção da equipa do Reguengo, o Estrela aproveitou muito bem os espaços dados, e fez o 3º golo. A equipa do Reguengo via-se perante uma desvantagem de 2 golos, mas no futsal é perfeitamente recuperável E foi o que aconteceu. O Reguengo ganhou uma atitude ofensiva, e num lance criado por Felismino, Piui, ao 2º poste, faz o 3-2. Continuando com esta atitude, o Reguengo continuou “em cima” do Estrela, e foi através de Miguel, que foi restabelecida a igualdade. Pouco depois chegou o intervalo, com igualdade a 3 golos. A equipa do Reguengo pecava pelos erros defensivos. Ao intervalo, o treinador Miguel, referiu esses mesmos erros, pedindo uma maior atenção a nível defensivo. O Reguengo começou a 2ª parte a querer dominar o jogo, e foi com esse domínio que Vitor, numa jogada individual, faz o 4-3. Um bom golo do Vitor. Mas, o equilíbrio voltou a vir ao de cimo, e numa jogada de contra-ataque, o Estrela volta a empatar o jogo a 4 bolas. Mas, imediatamente a seguir, o Reguengo faz o 5-4 através de João Maltez. Numa jogada de “laboratório”, Piui, na reposição de bola ao centro, coloca o bola nas costas da defesa do Estrela, onde encontra o João Maltez, que disfere um remate potente sem hipóteses para o GR adversário. Uma jogada muito bem feita. Era, sem duvida nenhuma, um jogo emocionante, e isso verificou-se de novo, com o empate do Estrela, poucos minutos depois. O jogo aproximava-se do fim, e o resultado estava em 5-5, mas ainda houve tempo para mais emoções. O Estrela pressionava em “cima” do Reguengo, querendo chegar à vitoria. Mas mais uma vez o Reguengo marcou e coloco-se, de novo, em vantagem. Piui a fazer o 6-5. Felismino fez uma assistência ortodoxa para o Piui, que estava sozinho na frente, e fez um golo de costas para a baliza e de cabeça. Um golo bonito e raro ao mesmo tempo. Mas, pouco depois, e já com o seu guarda redes a jogar na frente, o Estrela fez de novo o empate, fixando assim o resultado em 6-6. O Reguengo ainda tentou chegar à vitória, jogando também com GR avançado, mas o arbitro, pouco depois deu por terminada a partida.Assistiu-se, sem duvida, a mais um grande jogo no pavilhão de Portalegre. Desta vez reinou o empate, um resultado justo, por aquilo que se passou durante a hora de jogo. O publico do Reguengo voltou a marcar a sua presença. Queríamos retribuir com mais uma vitória, mas isso não foi possível O próximo jogo é em Arronches, e queremos trazer os 3 pontos, mas sabemos que não há jogos fáceis O campeonato aproxima-se do fim e queremos manter a nossa regularidade e continuar a mostrar o valor da excelente equipa que temos.Renato Matos


Relatório do jogo do Estrela de Portalegre:

Título:Empate com Reguengo
Autor:Ruben Santainho
Data: 2008-02-19

No passado, 17 de Fevereiro realizou-se no Pavilhão Municipal de Portalegre o encontro de Futsal entre as equipas do Estrela e do Reguengo. Esperava-se mais um jogo difícil, visto que a equipa do Reguengo encontrava-se em 2º lugar na tabela classificativa e o Estrela vinham de uma derrota e nenhuma das equipas se queria atrasar mais em relação aos adversários.O Estrela iniciou o jogo com Ruben Santainho (gr), Nelson Diabinho (fixo), Rui Espanhol (ala), Bruno Neves (ala) e Ricardo Carrapiço (pivot); tendo ainda como alternativas no banco Luís Barreto, João Ribeiro, Moutinho, Mário Claudino e Júlio Realinho.A equipa do Estrela entrou no jogo com muita vontade e muita confiança para alcançar objectivo para o qual luta em cada jogo que são os 3 pontos, por isso não foi de estranhar que por volta dos 10m de jogo já tivesse marcado um golo, de salientar que a equipa de arbitragem que não se viu ao longo dos 60 minutos de jogo.A equipa do Reguengo não tirou o pé do acelerador e ainda antes do intervalo através de um rápido contra-ataque chegou ao empate, e foi com o resultado 3-3 que o jogo foi para intervalo.Na 2ª parte o Estrela entrou mais concentrado na defesa e mais agressivo no ataque equilibrando mais o jogo que na 1ª parte tinha tido sinal mais para o lado da equipa do Reguengo. Com o decorrer da 2ª parte o Estrela foi-se galvanizando e acreditando que poderia chegar ao empate e foi com essa força e vontade que já caracteriza a equipa,que se criaram inúmeras oportunidades de golo. Em desvantagem, a equipa do Estrela mudou a estratégia jogando com a pressão alta, criando um enorme sufoco á equipa do Reguengo, que fez tudo o que podia e o que não podia para segurar a vantagem. E é nos segundos finais que o Estrela consegue por alguma justiça no marcador num rápido contra ataque muito bem executado por Nelson Diabinho que finalizou com mais um golo. Não tardou o apito final e mais 1 ponto bem merecidos para o Estrelinha.


Relatório do jogo das Galveias:
Uma vitória do acreditar

Sábado, 16 de Fevereiro de 2008, 16h, Pavilhão Gimnodesportivo de Portalegre. 17ª Jornada - ESTG - CP GALVEIASVínhamos duma série de maus resultados, ao contrário da equipa da casa que vinha duma vitória robusta sobre a Alagoa e certamente estava moralizada.Começámos com Brazão, Tiago, Zé Brazão, Telmo e Xó.Para quem vai assistir aos nossos jogos, sabe que é hábito o mau início da nossa equipa, e para não variar, começámos muito mal a partida. Sofremos logo o primeiro golo nos primeiros minutos de jogo, num lance em que entrámos à queima. Ainda tentámos reagir, mas com mais duas entradas à queima na nossa defesa deu origem a mais dois golos da equipa adversária. Estávamos a perder por 3-0 e nem dez minutos de jogo havia. Fazíamos faltas desnecessárias, e atingimos rapidamente as cinco faltas. O jogo corria de feição para a ESTG. Mais oportunidades de golo para a equipa da casa com o nosso guarda-redes a defender um livre de 10 metros. Jogávamos longe uns dos outros, não havia entreajuda na nossa equipa. A meio da 1ª parte o nosso treinador pediu um desconto de tempo, e fez algumas alterações. O rumo do jogo mudou-se um pouco. Começámos então a criar verdadeiras ocasiões de golo, que só pecaram por ineficácia na finalização. A ESTG com jogadores evoluídos tecnicamente na frente continuava a criar dificuldades. A cinco minutos do fim da primeira parte começámos a jogar com guarda-redes avançado. Tentávamos ir para o intervalo com a desvantagem reduzida. Com esta táctica ofensiva, corremos muito mais riscos, mas o resultado assim o exigia. Podíamos ter sofrido vários golos em perdas de bola, mas nesta primeira parte a ESTG não acertou na baliza sem guarda-redes. Quem, não marca sofre, e numa jogada aproveitando a superioridade numérica do guarda-redes avançado, Duarte faz um passe ao segundo poste e aparece Venâncio a reduzir para 3-1. Pouco depois num lance quase idêntico, Duarte envia a bola ao poste sem Venâncio conseguir fazer o desvio. Assim terminava a primeira parte. Mais uma primeira parte para esquecer.Começámos a segunda parte novamente com guarda-redes avançado e assim ficámos até ao fim da partida, tínhamos de continuar a arriscar.Esta segunda parte teve um único sentido, a baliza da ESTG. Atacámos quase sempre com cinco elementos. Poucos minutos após o começo da segunda parte, Bagaço, numa jogada em que o guarda-redes adversário larga a bola, faz um golo limpo, mas que foi incorrectamente invalidado pela equipa de arbitragem. A equipa sentiu um pouco este lance, e numa perda de bola no ataque, sem guarda-redes na nossa baliza sofremos o 4-1. Continuámos com a mesma táctica e chegámos ao 4-2 num passe do nosso guarda-redes avançado, que encontrou Bagaço bem posicionado e este com o toque subtil reduz a desvantagem. O jogo estava emocionante. A ESTG volta a marcar, desta vez pelo seu guarda-redes, que após uma defesa, remata e encontra a nossa baliza sem guarda-redes. Logo de seguida, num lance de raiva, Tiago marca o melhor golo do jogo, e uns dos melhores desta época do distrital, num remate fortíssimo, quase de meio-campo, que entra ´na gaveta´. Um golaço! Voltávamos ao jogo que estava electrizante, 5-3. A equipa da ESTG defendia a todo o custo, perto da sua baliza, e Venâncio volta a marcar ao segundo poste, após assistência de Bagaço, estávamos a um golo do empate, 5-4. E quando se previa mais um ataque da nossa equipa, o nosso guarda-redes avançado perde a bola em zona fatal e sofremos o 6-4. Foi um rude golpe para a nossa equipa mas nunca baixámos os braços. Num lance em que Tiago remata com força, a bola encontra Venâncio novamente ao segundo poste, e com alguma sorte reduzimos para 6-5. E logo de seguida num contra-ataque, Duarte numa boa jogada de contra-ataque empata a partida, 6-6. Estávamos a um golo no nosso objectivo, que foi alcançado por Tiago num remate forte, do lado direito do nosso ataque. Finalmente estávamos na frente, 6-7. Faltava pouco para o fim e a ESTG já não conseguiu voltar a marcar.Mais um jogo ganho na raça, no querer, no acreditar. Um jogo que vale por uma segunda parte de luta, de entreajuda da nossa equipa. Arriscámos tudo e fomos compensados.Segue-se o jogo em casa contra ´Os Avisenses´, que tem vindo a melhorar nos últimos jogos, vai ser um jogo muito complicado. Vamos tentar dar o nosso melhor.Saudações desportivas José Brazão

FALANDO COM MIGUEL RODRIGUES

Treinador Jogador do Reguengo (Distrital de Portalegre)

1-O Reguengo é uma verdadeira candidata ao titulo?

Não! O Reguengo tinha no início do campeonato objectivo definido. O treinador-jogador Miguel é que colocou a “fasquia”nos primeiros 5 do campeonato.

2-Quais são os principais objectivos do Reguengo?

É o primeiro ano desta equipa em campeonatos distritais de futsal, como tal, foi muito difícil para a instituição conseguir os apoios mínimos para entrar nesta competição. O principal objectivo é sem dúvida dinamizar o clube desta pequena aldeia do distrito de Portalegre.

3- O Eléctrico parte emvantagem sobre vocês? Porque?

O Eléctrico foi o único clube a assumir subidade divisão, possivelmente o clube que tem melhores condições para participar nocampeonato da terceira divisão nacional. Assim, claro que será essa a maiorvantagem do Eléctrico. Tem bons jogadores no seu plantel, alguns já com experiênciade terceira divisão, e até um campeão da terceira divisão nacional de futsal2006/2007, o Chiquinho, que está a orientar muito bem a equipa do Eléctrico.

4- Esta época o Distrital de futsal dePortalegre está mais competitivo?

Mas é claro que sim! Este ano temos mais duas equipas a participar neste campeonato, o que o torna desde logo maiscompetitivo. Existem algumas equipas que já participam neste campeonato háalguns anos, e que têm tido uma clara melhoria na forma como jogam futsal. É bom que assim seja! Pró ano esperamos que apareçam ainda mais equipas a participar neste campeonato.


5-Não achas que se não houvesse tantas equipas em Portalegre, podiam reunir um conjunto com maior qualidade, capaz de participar em divisões superiores?

Concordo. Mas penso que assim é bem melhor,maior número de equipas e de praticantes de futsal no distrito. Se em Portalegre só existisse um clube de futsal, ficariam muitos jogadores sem a oportunidadede participar.


6- Oque é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de11?

Vontade de jogar futsal, e claro quemuitos mais reflexos. O futsal é jogado com maior intensidade e sempre comincerteza no resultado, e sempre com muita velocidade.

6-Qual o seu 12 ideal do Alentejo?

Seria injusto para muitos jogadores estar a colocar alguns nomes. Posso adiantar que seriam muitos dos que participaram comigo no campeonato da terceira divisão nacional ao serviço da Aldeia Velha,juntando mais uns craques.

7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?

Complicado é sempre que estou dentro docampo. Perdemos um pouco a noção do que se está a passar. De fora vê-se bem melhor e conseguimos corrigir as falhas. Mas também é muito difícil estar de fora e não poder contribuir para o sucesso da equipa. Projectos não tenho. Se a equipa do Reguengo contar comigo para o próximo ano, estarei concerteza disponível para continuar. Tenho sido muito bem tratado, e temos uma equipa fenomenal, um grupo excelente e jogadores “fora de série”

8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação

O respeito é um sentimento que abunda em toda a equipa do Reguengo. O respeito é mútuo e isso tem nos trazido bons resultados. A nossa equipa quase não tem cartões e respeita sempre as decisões dos árbitros, quer seja bem ou mal ajuizado. Eu não permito que nenhum jogador insulte os árbitros ou qualquer adversário, e dentro do balneário, igualmente. A relação entre treinador e jogadores foi desde o início bem definida, e quem pisar o risco, sofre as consequências.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Relatorios


Relatorio dos jogos


SENIORES -

Viana do Alentejo foi palco no passado Sábado de mais um Derby de Futsal entre as equipas do Sporting de Viana e a Casa do Benfica de Viana, um jogo que é sempre de características especiais e que costuma ter sempre uma componente emotiva muito forte. A Casa do Benfica vinha de 2 resultados negativos e como tal procurava encontrar-se com o rumo das vitórias e o Sporting de Viana vinha de uma vitória moralizadora e procurava somar mais 3 pontos e continuar a subir na tabela classificativa. As duas equipas já se tinham defrontado este ano, mas a contar para o Torneio de Abertura, e que na altura terminou com a vitória da Casa do Benfica mas com muitas dificuldades, dificuldades essas que estiveram também presentes neste jogo de sábado, pois a equipa do Sporting de Viana é uma equipa muito aguerrida e que nunca dá um lance como perdido, nunca baixando os braços em toda a partida.
A Casa do Benfica alinhou com: Pires (Baliza), Vítor Hugo (Fixo), David Sezões (3) e Sau (1) (Alas) e PP (2) (Pivot), jogaram ainda: Faruk, Rogério Bento, Falé, Calado, Bélito e Fábio (1). O jogo começou então da melhor maneira para a Casa do Benfica pois optou por uma postura mais pressionante, procurando jogar em pressão alta, e veio a marcar nos primeiros minutos da partida, o que permitiu um maior controle da partida, mas sempre com boa réplica do Sporting de Viana, fruto de uma boa combinação no ataque a Casa do Benfica chega ao 2º golo e pensava - se que o jogo se iria então tornar mais fácil , mas foi precisamente o contrário que se verificou, pois a Casa do Benfica começa a cometer muitos erros defensivamente e o Sporting de Viana que atacava como um bloco criava muitas vezes superioridade numérica e ia obrigando Pires a defesas apertadas, chegando mesmo o Sporting de Viana a fazer o 2-1 numa jogada de insistência, e ao terminar a 1ª parte faz mesmo o golo do empate em mais uma falha defensiva da Casa do Benfica, sendo o empate o resultado ao intervalo.
A Casa do Benfica inicia então a segunda parte com a noção que se teria que fazer muito mais para vencer a partida, e começa a acertar aos poucos com as posições defensivas e em rápidos contra – ataques começa a ampliar a vantagem no marcador, e com a vantagem veio a possibilidade de gerir o jogo e fazer uma maior rotação do plantel e imprimir assim um ritmo de jogo mais elevado o que veio a quebrar fisicamente a equipa do Sporting de Viana e deu á Casa do Benfica a possibilidade de chegar aos 7 golos na partida, terminando o jogo com o resultado final de 7 – 2.
A Casa do Benfica realizou uma boa exibição, em especial na 2ª parte, mas colectivamente esteve ainda uns furos abaixo, o que foi visível especialmente em acções defensivas, a equipa voltou então ao rumo das vitórias e espera – se que já no próximo jogo se voltem a somar mais 3 pontos e a dar mais justiça ao real valor desta equipa.


- JUNIORES -

Também no escalão de Juniores de Futsal se realizou mais um Derby de Viana, tratando – se da 2ª Jornada do Campeonato Distrital de Futsal de Juniores, em que a Casa do Benfica vinha de uma derrota frente ao Sport Lisboa e o Sporting de Viana também de uma derrota frente ao G.D.Montemor. As duas equipas procuravam alcançar os primeiros 3 pontos na prova e como tal já se tornava um jogo especial, mas os Derbys também se fazem sentir nos escalões de formação e foi então um jogo muito disputado e muito emotivo do primeiro ao ultimo minuto.
A Casa do Benfica já se tinha encontrado com o Sporting de Viana no Torneio de Abertura e na altura a vitória sorriu para o lado do Sporting de Viana, que se apresenta com Juniores provenientes da equipa de Futebol de 11, que tem já outro ritmo competitivo e a esmagadora maioria sendo Juniores de ultimo ano e a Casa do Benfica que se apresenta neste campeonato com uma equipa de Juvenis, muitas das vezes sente dificuldades pois nestes escalões a diferença de idades é muitas vezes um factor preponderante. Mas neste encontro essa diferença não foi notória pois a Casa do Benfica com uma excelente postura e uma determinação em vencer o jogo foi sempre uma equipa difícil de ultrapassar e teve a capacidade de igualar os acontecimentos e na 2ª parte foi mesmo a melhor equipa em campo, e só não soma os 3 pontos porque além das 2 bolas enviadas ao poste existiram algumas falhas na finalização. O Sporting de Viana apesar de ter estado em vantagem em quase toda a partida permitiu o empate a poucos minutos do fim, numa boa jogada individual de Tiago Viegas que remata sem hipóteses para o guarda – redes do Sporting de Viana e faz a igualdade, terminando o jogo com 1-1 como resultado final.
A Casa do Benfica alinhou com: Carlos (Baliza), Bruno Folgoa (Fixo), Tiago Viegas (1) e Petit (Alas), e Luís Metrogos (Pivot), jogaram ainda: Macieira, Bruno, Rui e Tiago Galego.
A Casa do Benfica está então de parabéns pela postura assumida e pelo bom jogo realizado.

Distrital de Évora



MELHORES MARCADORES:Zezinho 16 e Gonçalo Caraça 10 (GDM) – David Sezões 10 (CBVA); PP 8 (CBVA); Hugi Nunes 8 (GDM)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Comunicado do GDM

Ao Presidente de Direcção da
Casa do Benfica em Viana do Alentejo





O Grupo Desportivo de Montemor, digna instituição fundada a 08/06/2005, que conta com cerca de 220 atletas a praticar desporto (150 no projecto escolas e escolinhas e 70 federados no Futsal), onde pontificam pessoas sérias e que respeitam exigindo por isso ser respeitados, faz por este meio sentir a sua indignação (e que não vem só de agora), perante as palavra proferidas no blogue de Futsal da Casa do Benfica de Viana do Alentejo pelo senhor “Rogério”, pseudo director para a área do futsal, dessa instituição (Casa do Benfica de Viana do Alentejo) que nos merece o maior respeito.
Voltamos a frisar, que não é só de agora pois esse “senhor” já se referiu á nossa instituição com total falta de respeito por diversas ocasiões quer no blogue quer mesmo por palavras diante de diversas pessoas, porém desta vez pensamos nós que já é tempo de responder-mos pois a paciência tem limites.
EXIGIMOS, que nos tratem com o respeito que merecemos e com que tratamos toda e qualquer instituição nomeadamente a CBVA. Não reconhecemos a esse “senhor” o direito, a moral nem simplesmente o conhecimento de causa, para que fale de “nós” da forma como o tem feito.
Este clube não conta com sócios como esse senhor director afirma, mas sim com muitos simpatizantes aos quais ele chama “Parolos”, queira esse senhor saber que as pessoas a quem ele chama de parolos, são todas elas pessoas que, neste caso, nos merecem muito mais respeito do que ele.
O nosso clube é gerido de uma forma que a nós e somente a nós diz respeito, não admitimos que o referido “senhor”, passe os dias preocupado com a nossa forma de estar ou ser, apregoando sem noção do ridículo, que o nosso clube paga isto ou aquilo a árbitros, instituições ou até mesmo a jogadores. – Não o fazemos, mas e se o fizermos??? Tem esse “senhor” alguma coisa com isso???
Por esse senhor não conseguir gerir ou fazer gerir um blogue de desporto, onde o livre arbítrio é salutar porém, se os comentários podem ser filtrados é da escolha do administrador do mesmo fazê-lo ou não. Se não o fazem, nós não temos culpa e com todo o respeito, nós GDM e seus directores, não perdem tempo a colocar comentários em blogues, ainda que por vezes assinem como tal como nós temos conhecimento. Julgávamos esse “senhor” mais inteligente, para perceber e saber lidar com o que é destabilização, porém não admitimos que venha para a praça pública falar no GDM, referindo-se a nós, dando a entender que estamos por trás destes comentários tristes, que também nós condenamos.
O GDM, para que se saiba e por vezes também perceptível, recebe essa mesma forma de destabilização, porém NUNCA vamos para o meio da “peixeirada” acusar os outros clubes de nada.
Achamos que a boa relação entre as instituições deve ser alimentada e estamos á vontade para dizer que caso nos tratem da mesma forma que nós tratamos as outras instituições, estamos sempre disponíveis para dialogar e trabalhar em conjunto em prol da modalidade que representamos (aliás deveria ser essa a maior preocupação de TODOS os directores que por carolice trabalham diária mente para o futsal).

Senhor Director: nós GDM, não interferimos no trabalho de ninguém, queira o senhor saber que não admitimos de nenhuma forma que se “preocupe” com o nosso trabalho.
É uma pessoa interessada e trabalhadora, teremos muito gosto em o ajudar a desenvolver os seus conhecimentos, aqui no nosso clube, sabemos da sua admiração pela nossa instituição, pois constantemente fala dela, temos todo o gosto em contar consigo aqui nos nossos quadros, pois aqui seria realmente educado de como gerir e estar num clube desportivo.
Informamos mais que colocamos esta carta no nosso blogue oficial, para que se saiba da nossa indignação em relação a esse “senhor”.
Sem outro assunto de momento.

Cumprimentos
A Direcção

(Hugo Parreira
Aceitamos o pedido, pois é para toda a gente ver que não há clubismo no nosso Blog, tal como dizem,nós só queremos dar a conhecer mais o Futsal no Alentejo e seija A ou B ou C que faz o Blog, temos tentado ser o mais correcto possivel, o Senhor José Pedro mandou nos um comunicado nós aceitamos, agora o Senhor Hugo Parreira mandou um comunicado nós logicamente aceitamos. Obrigado por a vossa participação

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

DIRECTOR DO MOURÃO

Quando terminou o jogo entre o MAC/ CBVA, percebi que o mesmo ia ser marcado pela polémica. É verdade que é anulado um golo legal à CBVA, mas o mesmo só aconteceu porque o árbitro não analisou correctamente o lance. É uma situação aborrecida,para quem é lesado, mas não foi um erro intencional. O segundo lance do qual resultou a lesão do atleta Rogério Bento ( a quem desejo um rápida recuperação) é um lance que resulta de uma carga fora de tempo, que a próximidade da tabela, acabou por originar esta situação. O mesmo lance efectuado noutra zona da quadra, passava por ser mais uma falta. Ao longo dos 16 anos que estou ligado oficialmente ao " Futebol de Pavilhão" tenho procurado manter um relacionamento cordial com os representantes das outras equipas, e promover esta modalidade. É com este estado de espirito, que a Direcção do MAC, participa em dois escalões masculinos ( infantis e séniores) Analisando o Futsal no nosso Distrito através da leitura dos Blogs, verifico que o mesmo, está a tornar-se verbalmente demasiado conflituoso . Como responsável do MAC, não posso deixar passar em claro o ataque pessoal, que o Ricardo Vitorino sofreu. Para apoiar o que escrevo, refiro que o MAC, nos 5 jogos oficais em que participou esta época, só na 1ª parte do Jogo com a CBVA, atingiu a 6ª falta., demonstrando pois não ser uma equipa muito agressiva no mau sentido. Além disso o Ricardo, já valeu 9 golos ao MAC, revelado-se pois, um bom atleta e não um desordeiro. Quanto à tactica ofensiva utilizada pelo MAC ( com o Pivôt clássico) já deu para perceber ( que é visto como sistema retrógado). O mesmo acontece, com o sistema defensivo. Relembro contudo, que em nenhum jogo até ao momento o MAC, teve menos oportunidades de golo que as equipas adversárias, sendo os Guarda- redes destas, elementos de destaque .Faço pois um apelo, para que vejam o MAC, como uma equipa ordeira,( quem já passou por este clube - e não foram poucos os atletas- sabe qual o diálogo utilizado em todas as situações) como vinha acontecendo até aqui, relembrando mais uma vez, que nós estamos fora da luta pelas grandes decisões. José PedroPires ( Director do MAC)

6ªJornada campeonato distrital de Évora

6ªJornada

16-02-08

Almansor - - SLE 19h

C.B.V.A - - Sporting Viana 20h
A.A.C - - Mourão 19h

Descansa - G.D.M

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

distrital de portalegre




Èlectrico futsal relatorio

Plumas ou secretos?

O rio Sor foi maior que o Caia… No passado Sábado na bela Vila raiana de Arronches, o Eléctrico Futebol Clube de Ponte de Sor venceu a equipa local de futsal por um resultado expressivo de 3-9.
A deslocação adivinhava-se difícil para a equipa líder do campeonato, já que o Arronches vinha de uma senda de vitórias consecutivas e o valor e a atitude da equipa já era conhecida pelo conjunto de Xico. O EFC, envolto num clima de alguma euforia e ao mesmo tempo ansiedade, entrou em campo de forma impaciente, tentando resolver rapidamente a partida, enquanto do outro lado estava uma equipa muito aguerrida, disposta a mostrar o seu valor perante um fervoroso público…
O jogo estava equilibrado, os lances eram disputados com atitude, mas notava-se a diferença de qualidade técnica e táctica e apesar do Arronches conseguir ameaçar as redes do Eléctrico de quando em vez, foi o EFC que se adiantou no marcador pelo inevitável Xico, que foi “à cara” de Santana bater para o fundo das redes do Arronches. A vantagem do EFC foi pouco duradoura, pois o Arronches restabeleceu a igualdade num pelo lance individual de um jogador da casa. As bancadas ficaram ao rubro e acreditava-se num bom resultado frente ao primeiro classificado do campeonato. Contudo, o EFC colocou-se em vantagem pouco depois por Santana, a desviar com o peito um cruzamento/remate de Xico. O treinador/jogador do Eléctrico estava a ser determinante e foi ele que ainda antes do descanso marcou o terceiro do EFC, num excelente remate de longe. O resultado de 1-3 ao intervalo era justo, mas a equipa da casa tinha dado sinal de que iria discutir o jogo até ao fim, com a mesma atitude e empenho, às vezes um pouco excessivo, a roçar a agressividade, com que o fez no primeiro tempo.
Na segunda parte assistiu-se a dois períodos distintos, um inicial em que o Arronches esteve próximo do empate e acreditava na discussão do resultado e um final em que desistiu do jogo, no qual o EFC dilatou a vantagem e estabeleceu a goleada com que o jogo terminou. Nesse período inicial, foi o EFC quem marcou e aumentou para 1-4, desta vez por Santana. Nesta altura assiste-se à reacção do Arronches, que consegue num curto espaço de tempo marcar dois golos e reduzir para 3-4. Então, o EFC teve de se voltar a concentrar e empenhar a fundo para que o jogo voltasse a estar controlado. Assim foi, quando o Arronches esperava equilibrar o jogo, o Eléctrico marca por Rogério, que a passe de Xico encosta e faz o quinto do Eléctrico. Pouco depois, Serrano, desta vez a passe de Rogério encosta também e faz o sexto. O Arronches, numa atitude talvez de desespero opta por jogar com guarda-redes avançado. Esta estratégia revelou-se infrutífera e até suicida, já que o Eléctrico aproveitou para aumentar a vantagem por Rogério, que depois de um passe de Serrano, tira um adversário do caminho e remata para o sétimo do EFC. Pouco depois, o mesmo jogador marca o oitavo, depois de uma perda de bola do guarda-redes avançado, remata ainda antes do meio campo para a baliza deserta. A contagem foi fechada por Pessoa, na cobrança exemplar de um livre de 10 metros. Os festejos foram, no mínimo, exuberantes… Ainda antes do final do jogo, Serrano desperdiça uma grande penalidade e Tonhito desperdiça um livre de 10 metros.
Foi um jogo que começou por se complicar, mas acabou em beleza, com o Eléctrico a cumprir uma vez mais a sua missão. Como diz o Julinho: “mais três pontos para o nosso burnal…”

BY: http://www.efcfutsal.pt.vu/

Classificação e marcadores

Marcadores: Zezinho 16 – Gonçalo Caraça 10 – Hugo Nunes 8 – João Romeiras 6 todos do GDM; David Sezões 7 e PP 6 CBVA

RELATORIO CBVA

A Casa do Benfica deslocou – se no passado Sábado, dia 9 a Mourão para defrontar a equipa local, o Mourão Atlético Clube. Esperavam – se muitas dificuldades nesta deslocação e as mesmas vieram – se a confirmar tendo em conta o resultado final que ditou a derrota para a Casa do Benfica por 8 – 7. A Casa do Benfica mais uma vez apresentou – se desfalcada, sem Mané por lesão e Falé por motivos pessoais e ainda Didi que se encontra suspenso até ao fim da época devido a um processo da Associação por arbitrar em Beja e jogar no Campeonato de Évora, e numa partida em que o equilíbrio entre as duas equipas é acentuado todos esses pormenores acabam por muitas vezes ter um cariz decisivo. A Casa do Benfica neste encontro alinhou com: Pires (Baliza), PP (2) (Fixo), Rogério Bento e Sau (Alas), e David Sezões (2) (Pivot) e jogaram ainda: Calado (1), Vítor Hugo (1) e Bélito.
Conhecedores das dificuldades que eram esperadas os jogadores de Viana entraram na partida a pressionar para tentar resolver o jogo logo no inicio, e como tal logo no 1º minuto o golo surgiu por intermédio de David Sezões, parecia ser o inicio de uma tarde tranquila para os jogadores de Viana, mas não foi o que veio a acontecer, pois a equipa do Mourão é uma equipa que não desiste de um único lance e põe em campo uma postura muito aguerrida e em certas situações muito física, e nunca permitiu a Casa do Benfica alcançar um resultado tranquilizador, pois quando a equipa de Viana marcava logo quase de seguida aparecia o golo também da equipa de Mourão. E foi esta a toada de acontecimentos no marcador em quase toda a partida salvo os últimos 2 minutos finais, pois em toda a 1ª parte o equilíbrio foi uma constante, chegando mesmo o resultado ao intervalo empatado, mas se não fosse “mais uma vez” um mau juízo da equipa de arbitragem, podia a Casa do Benfica ter chegado em vantagem ao intervalo, num remate fora da área a bola entra na baliza, batendo inclusive no ferro de trás, o que pelo barulho foi altamente esclarecedor, provocando uma risada geral no pavilhão quando o arbitro manda seguir o jogo dizendo que não viu a bola entrar, que não estava a olhar para lá, e outro árbitro para onde estava a olhar? Fica a pergunta no ar…ah, é verdade e isto não é invenção nossa, pois o golo foi confirmado também pelos jogadores do Mourão faltando apenas o árbitro. Na segunda a parte a vontade era então de tentar resolver o encontro assim que possível, pois a equipa do Mourão com os jogadores experientes que tem e a boa qualidade técnica de alguns elementos da sua equipa, sim, porque tem outros que ainda pensam que estão a jogar hóquei em patins ou até mesmo luta – livre…poderiam ir ganhando confiança e dar a reviravolta no marcador. A Casa do Benfica “mais uma vez “ envia 3 bolas aos postes e todas em momentos cruciais da partida, tem uma 2ª parte muito fraca a nível de finalização pois podia ter resolvido o jogo em várias situações de 2 e 3 para 1, ou mesmo jogadores isolados só com o guarda-redes e não se marcou, e como diz o ditado , quem não marca sofre e era isso mesmo que ía acontecendo, o Mourão altamente eficaz, que nas oportunidades que tinha lá ía concretizando e nivelando os acontecimentos, optando sempre por colocar a bola no pivot e o mesmo segurava e devolvia para a entrada de um elemento vindo de trás e foi assim que marcaram 6 dos 8 golos da equipa. A Casa do Benfica sentiu muitas dificuldades neste tipo de jogo, pois o pivot do Mourão o Vitorino se existisse justiça teria sido expulso nos primeiros minutos do encontro, recorreu em toda a partida ao contacto físico, sempre puxando na camisola do homem que o marcava, agarrando, derrubando, e mesmo agredindo, que foi o que fez num lance disputado com Rogério Bento na 1ª parte, depois de o jogador da Casa do Benfica lhe ter roubado a bola, empurra – o contra as grades , que já são perigosas pela distância a que se encontram , o que leva o atleta de Viana a embater com violência contra as mesmas e a ficar magoado no ombro pois se lá tivesse batido com a cabeça provavelmente a história teria sido outra, e perante isto os árbitros lá iam olhando passivos e limitavam-se se a avisar o
jogador que apenas vê um cartão amarelo quase no fim do jogo e apenas por protestos, fica aqui então o nosso aviso para este jogador que ainda não tem definido as diferenças entre Futsal e luta-livre. Passando então aos últimos instantes da partida a Casa do Benfica numa altura de maior ascendente marca por 2 vezes e coloca o marcador em 7 – 5, estávamos então a 1 e 50 segundos do final, o Mourão sem nada a perder faz pressão e a Casa do Benfica recua em demasia, e em 30 segundos sofreu 2 golos e o consequente empate a 7 – 7, nesta altura tudo corria bem á equipa de Mourão que já nos últimos segundos da partida conquista uma falta á entrada da área e o respectivo livre pois a Casa do Benfica já estava com as 6 faltas, o jogador de Mourão opta por colocar a bola no sitio onde foi feita a falta e marcar o golo da vitória da equipa de Mourão, que veio então a vencer o jogo.
Acima de tudo foi um bom espectáculo de Futsal, num encontro bem disputado e que nunca teve certezas até ao último minuto em relação ao vencedor.
Na Casa do Benfica bom esforço dos jogadores, uma melhor atitude do colectivo, com alguns destaques, para Vítor Hugo que na posição de fixo esteve em destaque, ganhando a maior parte dos duelos com o pivot da equipa contrária e teria os ganho quase todos se não fosse constantemente agarrado e puxado, os nossos parabéns á atitude do atleta e também a David Sezões e PP que nas jogadas ofensivas foram sempre quebra-cabeças para a defensiva do Mourão. Para a equipa no geral queremos dizer que existem alturas menos boas mas com força de vontade tudo se ultrapassa, e é isso mesmo que já no próximo fim de semana queremos demonstrar e voltar ás vitórias em mais um jogo complicado, que é o Derby de Viana.
by: http://futsalbenficaviana.multiply.com/

Relatorio do GDm

by: http://gdmontemor.bloguedesporto.com/

DIstrital de Évora

SP.Viana 4-Almansôr MN-3
Mourão 8-CB Viana-7
GDMontemor 10-Alcaçovas-0
1ºGDMontemor15,
2ºSL Évora
3ºMourão9,
4ºCB Viana6
5ºSp.Viana3,
6ºAlmansôrMN3,
7ºAlcaçovas0,

FEMININOS (TAÇA)
GDMontemor 2-Juventude-1
Morense 1-Tyco-16