sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Entrevista a Luis Barreto Distrital de Portalegre
1-Quais são os principais objectivos do Estrela de Portalegre?
O Estrela de Portalegre tem um objectivo um pouco diferente das outras equipas porque trata-se principalmente de um grupo de amigos que se juntou para jogar futsal. Não querendo dizer com isto que não queremos ganhar todos os jogos porque queremos mas o objectivo não é sermos campeões mas sim a pratica do desporto com pessoas com as quais convivemos não só no desporto mas também fora dele.
2- Que analise faz deste campeonato distrital de Portalegre que entra agora na sua fase final? Surpresas? Desilusões?
Este ano o distrital de Portalegre atingiu um bom nível não só em quantidade mas também eu qualidade. Mais equipas e mais fortes com um maior equilíbrio entre elas onde se denota uma evolução no nível táctico e técnico onde já se começa a notar a diferença entre jogar num campeonato federado ou num simples torneio de verão. Até agora a surpresa positiva são um lote de equipas que estão a lutar pelos lugares de cima onde incluo o Estrela, Desportivo, Casa Branca, Galveias, Arronches e Avis. Desilusões talvez o Campo Maior que começou muito bem mas perdeu a norte a determinada altura quando perdeu com o Reguengo.
3- O Eléctrico partiu em vantagem neste campeonato? Porque?
O Eléctrico não partiu em vantagem, acho que a foi conquistando ao longo do campeonato. A principal vantagem do Eléctrico é a experiência que foram adquirindo pelo facto de já jogarem juntos há vários anos e como se sabe alguns já participaram no Nacional o que lhes confere um “calo” diferente.
4- Esta época o Distrital de futsal de Portalegre está mais competitivo?
Penso que sim, houve incertezas até este fim-de-semana, mas penso que agora, pelo menos o 1º lugar está certo por parte da Ponte de Sor.
5- O que é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de 11?
O futsal apesar de ser parecido com o futebol de 11 tem algumas particularidades que são necessárias para se praticar futsal:
Muita Técnica individual, mentalidade táctica muito apurada, condição física elevada devido ás constantes mudanças de velocidade e de ritmo e claro gostar mais de jogar futsal do que futebol de 11 porque só assim se pode “desligar” os vícios adquiridos.
6- Qual o seu 12 ideal do Alentejo?
É difícil fazer um 12 ideal porque não conheço as equipas da parte de baixo do Alentejo mas concordo com o meu amigo Miguel – aquela equipa da Aldeia Velha estava muito forte e continha um bom leque de jogadores, mas sou suspeito porque eu também fazia parte dela.
7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?
É um pouco por vários motivos:
1º Perde-se a noção do jogo quando se entra para dentro do campo
2º Perde-se a razão quando se diz a um jogador para não fazer isto ou aquilo depois vamos para o campo e fazemos precisamente a mesma coisa.
3º Mistura-se um pouco o trabalho de treinador com o de jogador quando eles devem estar separados.
Projectos só tenho um o de continuar a estar ligado ao Futsal seja dentro ou fora de campo.
8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação
O respeito adquire-se como pessoa nunca como jogador ou como treinador.
O Estrela de Portalegre tem um objectivo um pouco diferente das outras equipas porque trata-se principalmente de um grupo de amigos que se juntou para jogar futsal. Não querendo dizer com isto que não queremos ganhar todos os jogos porque queremos mas o objectivo não é sermos campeões mas sim a pratica do desporto com pessoas com as quais convivemos não só no desporto mas também fora dele.
2- Que analise faz deste campeonato distrital de Portalegre que entra agora na sua fase final? Surpresas? Desilusões?
Este ano o distrital de Portalegre atingiu um bom nível não só em quantidade mas também eu qualidade. Mais equipas e mais fortes com um maior equilíbrio entre elas onde se denota uma evolução no nível táctico e técnico onde já se começa a notar a diferença entre jogar num campeonato federado ou num simples torneio de verão. Até agora a surpresa positiva são um lote de equipas que estão a lutar pelos lugares de cima onde incluo o Estrela, Desportivo, Casa Branca, Galveias, Arronches e Avis. Desilusões talvez o Campo Maior que começou muito bem mas perdeu a norte a determinada altura quando perdeu com o Reguengo.
3- O Eléctrico partiu em vantagem neste campeonato? Porque?
O Eléctrico não partiu em vantagem, acho que a foi conquistando ao longo do campeonato. A principal vantagem do Eléctrico é a experiência que foram adquirindo pelo facto de já jogarem juntos há vários anos e como se sabe alguns já participaram no Nacional o que lhes confere um “calo” diferente.
4- Esta época o Distrital de futsal de Portalegre está mais competitivo?
Penso que sim, houve incertezas até este fim-de-semana, mas penso que agora, pelo menos o 1º lugar está certo por parte da Ponte de Sor.
5- O que é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de 11?
O futsal apesar de ser parecido com o futebol de 11 tem algumas particularidades que são necessárias para se praticar futsal:
Muita Técnica individual, mentalidade táctica muito apurada, condição física elevada devido ás constantes mudanças de velocidade e de ritmo e claro gostar mais de jogar futsal do que futebol de 11 porque só assim se pode “desligar” os vícios adquiridos.
6- Qual o seu 12 ideal do Alentejo?
É difícil fazer um 12 ideal porque não conheço as equipas da parte de baixo do Alentejo mas concordo com o meu amigo Miguel – aquela equipa da Aldeia Velha estava muito forte e continha um bom leque de jogadores, mas sou suspeito porque eu também fazia parte dela.
7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?
É um pouco por vários motivos:
1º Perde-se a noção do jogo quando se entra para dentro do campo
2º Perde-se a razão quando se diz a um jogador para não fazer isto ou aquilo depois vamos para o campo e fazemos precisamente a mesma coisa.
3º Mistura-se um pouco o trabalho de treinador com o de jogador quando eles devem estar separados.
Projectos só tenho um o de continuar a estar ligado ao Futsal seja dentro ou fora de campo.
8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação
O respeito adquire-se como pessoa nunca como jogador ou como treinador.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
RELATÓRIO ELECTRICO
Um Desportivo complicado...
O jogo da última jornada do campeonato distrital de futsal de Portalegreafigurava-se como uma das últimas grandes provas que o Eléctrico teriade superar, para atingir o objectivo final… Posto de outra forma: seperdêssemos, os nossos mais directos adversários aproximavam-se epodiam acalentar uma nova esperança de nos alcançarem. A equipa sabiadisto e sobretudo sabia do valor da equipa adversária, o Desportivo dePortalegre, que diga-se em abono da verdade, foi o conjunto que maisdificuldade criou, quer no jogo da primeira volta em Ponte de Sor, querneste último em Portalegre. O motivo para tal talvez seja a fortecoesão defensiva que esta equipa apresenta, encaixando-se na perfeiçãono modelo de jogo do Eléctrico. Foi uma excelente partida defutsal, muito táctica, com as equipas a estudarem-se numa fase inicial.Obviamente o EFC era quem tomava as rédeas do jogo, enquanto oDesportivo optava por sair perigosamente em contra-ataque. Asoportunidades começaram a surgir, mas ambos os guarda-redes semostraram em excelente forma. Bruno, o GR do EFC foi mesmo um dosmelhores jogadores em campo, tendo realizado um panóplia de defesas dealto nível. Outro dos melhores em campo, Julinho, foi quem abriu omarcador por volta do minuto 15 do primeiro tempo. Num movimento dediagonal, recebe um excelente passe de Bertola, tira um adversário dafrente com uma excelente simulação e remata rasteiro e colocado aoposte mais distante. Estava feito o mais difícil, já que o Desportivose encontrava a defender muito bem e só num desequilíbrio individual aequipa foi batida. O intervalo surgiu e no segundo tempo oDesportivo começou a ter mais posse de bola, enquanto o EFC geria ebem, a magra vantagem alcançada. Agora era a equipa de Portalegre queatacava em ataque organizado e o Eléctrico que espreitava o contragolpe. Porém, o Eléctrico defendia muito bem e o Desportivo nãoconseguia criar situações de golo. Foi por volta do décimo minuto dasegunda parte que Serrano, em contra-ataque pois claro, lançado emvelocidade, finta o GR e marca o segundo da equipa de Ponte de Sor. Apartir deste segundo golo, o EFC limitou-se a gerir o resultado,trocando bem a bola e sobretudo defendendo com muita entreajuda. ODesportivo, de forma esforçada, tentava ainda discutir o resultado massem sucesso.O resultado final de 0-2 foi justo, o EFC ultrapassa umimportante obstáculo e prova uma vez mais que encara cada partida comose de uma final se tratasse, independentemente do adversário que tempela frente. Alma Eléctrico!
Texto de Rogério Alves
O jogo da última jornada do campeonato distrital de futsal de Portalegreafigurava-se como uma das últimas grandes provas que o Eléctrico teriade superar, para atingir o objectivo final… Posto de outra forma: seperdêssemos, os nossos mais directos adversários aproximavam-se epodiam acalentar uma nova esperança de nos alcançarem. A equipa sabiadisto e sobretudo sabia do valor da equipa adversária, o Desportivo dePortalegre, que diga-se em abono da verdade, foi o conjunto que maisdificuldade criou, quer no jogo da primeira volta em Ponte de Sor, querneste último em Portalegre. O motivo para tal talvez seja a fortecoesão defensiva que esta equipa apresenta, encaixando-se na perfeiçãono modelo de jogo do Eléctrico. Foi uma excelente partida defutsal, muito táctica, com as equipas a estudarem-se numa fase inicial.Obviamente o EFC era quem tomava as rédeas do jogo, enquanto oDesportivo optava por sair perigosamente em contra-ataque. Asoportunidades começaram a surgir, mas ambos os guarda-redes semostraram em excelente forma. Bruno, o GR do EFC foi mesmo um dosmelhores jogadores em campo, tendo realizado um panóplia de defesas dealto nível. Outro dos melhores em campo, Julinho, foi quem abriu omarcador por volta do minuto 15 do primeiro tempo. Num movimento dediagonal, recebe um excelente passe de Bertola, tira um adversário dafrente com uma excelente simulação e remata rasteiro e colocado aoposte mais distante. Estava feito o mais difícil, já que o Desportivose encontrava a defender muito bem e só num desequilíbrio individual aequipa foi batida. O intervalo surgiu e no segundo tempo oDesportivo começou a ter mais posse de bola, enquanto o EFC geria ebem, a magra vantagem alcançada. Agora era a equipa de Portalegre queatacava em ataque organizado e o Eléctrico que espreitava o contragolpe. Porém, o Eléctrico defendia muito bem e o Desportivo nãoconseguia criar situações de golo. Foi por volta do décimo minuto dasegunda parte que Serrano, em contra-ataque pois claro, lançado emvelocidade, finta o GR e marca o segundo da equipa de Ponte de Sor. Apartir deste segundo golo, o EFC limitou-se a gerir o resultado,trocando bem a bola e sobretudo defendendo com muita entreajuda. ODesportivo, de forma esforçada, tentava ainda discutir o resultado massem sucesso.O resultado final de 0-2 foi justo, o EFC ultrapassa umimportante obstáculo e prova uma vez mais que encara cada partida comose de uma final se tratasse, independentemente do adversário que tempela frente. Alma Eléctrico!
Texto de Rogério Alves
Relátorio do Reguengo
Vitória com gestão do plantel
No passado Sábado, disputou-se a 18º jornada do Campeonato Distrital de Futsal. Um jogo que pôs frente a frente o Atlético de Arronches com a nossa equipa do Reguengo. Foi um jogo bem disputado, em que na 1ª parte predominou a eficácia da nossa equipa e na 2ª parte assistiu-se a um ligeiro domínio da equipa da casa. O resultado foi favorável à nossa equipa por 8-5.O treinador Miguel aproveitou este jogo, para rodar jogadores menos utilizados, começando a jogar com o Marco (GR), Gonçalo (FIXO), Piui (ALA), João Maltez (ALA) e Carlos (PIVOT). A equipa do Reguengo iniciou o jogo com atitude de querer ganhar, mas inicialmente não conseguia encontrar o caminho do golo! Mas quando o treinador Miguel pediu para ser feita pressão sobre a equipa adversária, e já com o Felismino e o Renato em campo, João Maltez, num roubo de bola do Piui, consegue fazer o 1-0. As indicações eram claras, e a pressão era bem feita, e não foi com surpresa que, o mesmo João Maltez faz mais dois golos, fazendo assim um “hat-trick”. A equipa do Arronches, consegue pouco depois, reduzir a desvantagem para 3-1. Mas a pressão e a eficácia era de tal maneira, que o Reguengo consegue aumentar a vantagem, de novo por João Maltez. Foi uma boa combinação com Piui e mais um golo para a conta pessoal do João, colocando o marcador em 4-1. A equipa do Reguengo jogava muito bem, e já com o Vaz e o Filipe em jogo, foi feito mais um golo, desta vez marcado pelo Renato. Numa boa recuperação de bola, num 3 p/ 1, o ataque transforma-se num contra-ataque, e o mesmo Renato vai finalizar ao 2º poste. Era o 5-1 e o Reguengo jogava bom futsal. Pouco tempo depois, e já perto do intervalo foi a vez de Felismino fazer um golo. Numa jogada de 3 p/ 1, Felismino a finalizar muito bem, e a estabelecer o resultado ao intervalo em 6-1. De salientar ainda, o golo 100. Felismino a entrar para a história do Reguengo, marcando o golo 100 deste campeonato. (Parabéns parceiro).A 2ª parte começou com a equipa do Arronches a querer desfazer este resultado. Foi uma equipa batalhadora e sempre a querer procurar o golo. Foi assim, com esta atitude, que o resultado mudou para 6-2, numa jogada de insistência, o Arronches faz o golo. Mas a equipa da casa preocupa-se muito com o ataque e pouco com a defesa, e não era com surpresa que, muitas vezes, era apanhada em contra-pé. Mas eficácia da 1ª parte não surgiu na 2ª, e o Reguengo foi muito perdulário em lances de contra-ataque. Mas este era o dia do João Maltez, e com mais um potente remate, este faz o 7-2, fazendo assim o seu 5º golo da tarde. A equipa do Arronches continuava com a mesma atitude, e fez mais 2 golos, sendo um deles uma grande infelicidade do Gonçalo. Este fez um auto-golo, num lance infortuito. (Acontece aos melhores AMIGO). O resultado era agora de 7-4, o que serviu para galvanizar a equipa da casa. Mas o Reguengo, não se deixou “dormir”, e foi num lance de insistência do ataque do Reguengo, que Renato faz mais um golo, e este foi de pé direito (uma coisa inédita). Serviu para acalmar as “hostes” e para concentrar a equipa. Já mesmo nos últimos instantes da partida a equipa do Arronches ainda fez um golo, estabelecendo o resultado final em 8-5. Como dizia o treinador Miguel no final do jogo, “depois de um resultado menos bom é sempre importante uma vitória.” Os 3 pontos a sorrirem, mais uma vez à nossa equipa. Aproxima-se, agora, uma série de jogos importantes e complicados. È já no próximo Sábado que vamos defrontar a equipa do Desportivo. É uma equipa muito bem organizada e coesa, ao qual temos que estar muito atentos. Pedimos, como em todos os jogos e que tão bem têm correspondido, a presença do nosso público, que nos dão força e animo para a conquista dos nossos objectivos. (OBRIGADO a todos aqueles que se deslocaram ao pavilhão de Arronches
No passado Sábado, disputou-se a 18º jornada do Campeonato Distrital de Futsal. Um jogo que pôs frente a frente o Atlético de Arronches com a nossa equipa do Reguengo. Foi um jogo bem disputado, em que na 1ª parte predominou a eficácia da nossa equipa e na 2ª parte assistiu-se a um ligeiro domínio da equipa da casa. O resultado foi favorável à nossa equipa por 8-5.O treinador Miguel aproveitou este jogo, para rodar jogadores menos utilizados, começando a jogar com o Marco (GR), Gonçalo (FIXO), Piui (ALA), João Maltez (ALA) e Carlos (PIVOT). A equipa do Reguengo iniciou o jogo com atitude de querer ganhar, mas inicialmente não conseguia encontrar o caminho do golo! Mas quando o treinador Miguel pediu para ser feita pressão sobre a equipa adversária, e já com o Felismino e o Renato em campo, João Maltez, num roubo de bola do Piui, consegue fazer o 1-0. As indicações eram claras, e a pressão era bem feita, e não foi com surpresa que, o mesmo João Maltez faz mais dois golos, fazendo assim um “hat-trick”. A equipa do Arronches, consegue pouco depois, reduzir a desvantagem para 3-1. Mas a pressão e a eficácia era de tal maneira, que o Reguengo consegue aumentar a vantagem, de novo por João Maltez. Foi uma boa combinação com Piui e mais um golo para a conta pessoal do João, colocando o marcador em 4-1. A equipa do Reguengo jogava muito bem, e já com o Vaz e o Filipe em jogo, foi feito mais um golo, desta vez marcado pelo Renato. Numa boa recuperação de bola, num 3 p/ 1, o ataque transforma-se num contra-ataque, e o mesmo Renato vai finalizar ao 2º poste. Era o 5-1 e o Reguengo jogava bom futsal. Pouco tempo depois, e já perto do intervalo foi a vez de Felismino fazer um golo. Numa jogada de 3 p/ 1, Felismino a finalizar muito bem, e a estabelecer o resultado ao intervalo em 6-1. De salientar ainda, o golo 100. Felismino a entrar para a história do Reguengo, marcando o golo 100 deste campeonato. (Parabéns parceiro).A 2ª parte começou com a equipa do Arronches a querer desfazer este resultado. Foi uma equipa batalhadora e sempre a querer procurar o golo. Foi assim, com esta atitude, que o resultado mudou para 6-2, numa jogada de insistência, o Arronches faz o golo. Mas a equipa da casa preocupa-se muito com o ataque e pouco com a defesa, e não era com surpresa que, muitas vezes, era apanhada em contra-pé. Mas eficácia da 1ª parte não surgiu na 2ª, e o Reguengo foi muito perdulário em lances de contra-ataque. Mas este era o dia do João Maltez, e com mais um potente remate, este faz o 7-2, fazendo assim o seu 5º golo da tarde. A equipa do Arronches continuava com a mesma atitude, e fez mais 2 golos, sendo um deles uma grande infelicidade do Gonçalo. Este fez um auto-golo, num lance infortuito. (Acontece aos melhores AMIGO). O resultado era agora de 7-4, o que serviu para galvanizar a equipa da casa. Mas o Reguengo, não se deixou “dormir”, e foi num lance de insistência do ataque do Reguengo, que Renato faz mais um golo, e este foi de pé direito (uma coisa inédita). Serviu para acalmar as “hostes” e para concentrar a equipa. Já mesmo nos últimos instantes da partida a equipa do Arronches ainda fez um golo, estabelecendo o resultado final em 8-5. Como dizia o treinador Miguel no final do jogo, “depois de um resultado menos bom é sempre importante uma vitória.” Os 3 pontos a sorrirem, mais uma vez à nossa equipa. Aproxima-se, agora, uma série de jogos importantes e complicados. È já no próximo Sábado que vamos defrontar a equipa do Desportivo. É uma equipa muito bem organizada e coesa, ao qual temos que estar muito atentos. Pedimos, como em todos os jogos e que tão bem têm correspondido, a presença do nosso público, que nos dão força e animo para a conquista dos nossos objectivos. (OBRIGADO a todos aqueles que se deslocaram ao pavilhão de Arronches
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Proposta há associação de Évora

Havendo uma selecção de Juniores na associação de Évora, porque não haver uma selecção de seniores?? Havendo essa selecção as equipas do Alentejo que sobem á divisões mais competitivas, teriam mais escolha e mais qualidade para manterem. É uma proposta para a associação de Évora, podiam por exemplo esta selecção de Seniores disputar jogos contra selecções do distrito de Beja, Portalegre etc. Deixem as vossa opiniões!!
Vamos todos deixar um incentivo a associação de Évora
Para não haver comentarios improprios, informo que esta votação foi porque já houve muitos pedidos para efectuar este pedido há associação
Jornada 6 do distrital de Évora
SLE 5 - - 7 C.B.V.A 19h Pav do SLE
Sporting Viana 5- -6 A.A.C 20h Pav. Municipal de Viana
Mourão 2- - 3 G.D.M 19h Pav. Municipal de Mourão
Relatorio SLE
LAGOA 12, SLE - 3
Foi na bonita ilha de S.Miguel que teve lugar mais uma jornada de futsal para a equipa do SLE. Em campo duas equipas com realidades orçamentais totalmente diferentes, de um lado uma equipa do Lagoa que aposta forte na subida de divisão, e para tal, possuí nas suas fileiras Belchior, jogador internacional português de futebol-praia, com presenças assíduas nas convocatórias do selecionador Zé Miguel e ainda o ex-internacional e capitão de Benfica e Sporting Vitinha, que apesar da sua idade, acrescenta serenidade e experiência nesta equipa. Uma equipa do Lagoa que benefecia de apoios financeiros da região que lhe permite possuir nas suas fileiras estes jogadores e ainda outros para que possam lutar por objectivos mais ambiciosos. Apoios que as equipas, sobretudo as alentejanas não tem. Talvez tenha sido essa confiança e ambição, que fez com que a equipa Açoreana entrasse muito forte no jogo, contudo o SLE respondeu sempre e a cada golo dos locais responderam os visitantes e aos 7 min de jogo havia 2-2. Foi nessa altura que surgiu uma dos momentos mais importantes. O SLE acentava o seu jogo numa defesa homem-a-homem e partiu em rápidos e perigoso contra-ataques e foi numa dessas oportunidades e podendo fazer o 2-3, que num lance com o GR adversário Márinho se lesiona com gravidade. Foi sem dúvida um rude golpe numa equipa que estava a dar muito boa réplica às investidas contrárias. Esse lance marcou o jogo, e equipa demorou muito tempo a recuperar, tempo a mais que mais uma vez pagou caro. E até ao intervalo a equipa do Lagoa dominou e marcou. Pesado demais o resultado ao intervalo que se fixava em 9-2. Na segunda parte o SLE soltou-se, acreditou em si e pôs em sentido a equipa do Lagoa. Em oportunidades e bom futsal, não ficou atrás desta "abastada" equipa açoreana, que apenas marcou por lances individuais. O SLE mostrou que não possui uma equipa banal, que muitas vezes ao longo do campenato sofreu sobretudo com a falta de experiência nestas andanças de alguns dos seus jogadores, e pagou caro tal situação. Não possui mundos e fundos, e por isso não pode contratar jogadores de outras caracteristicas. No entanto, estes atletas mostraram uma vez mais que talvez com mais condições, com mais apoio desde o ínicio do campeonato, estariam concerteza noutra situação na tabela classificativa. Contudo, não são de vitórias morais que vive o futebol, e para quem não assiste aos jogos nem aos treinos, só lhe interessa o resultado, e é dele que tiram as conclusões (nem sempre as mais acertadas). Para aqueles que não puderam assistir ao jogo fica aqui a nossa informação do resultado final, 12-3, para puderem concluir. Como nota final, o blog da secção de futsal do SLE, em nome de toda a equipa, deseja as rápidas melhoras ao nosso atleta Mário Linhol (Márinho), e que volte rápido, quem sabe já na próxima jornada.
Publicada por Sport Lisboa e Evora
Relatorios cbva
- SÉNIORES –
A Casa do Benfica de Viana deslocou – se a Évora no passado Sábado para defrontar a equipa do Sport Lisboa e Évora, encontro este que marcava o fim da 1ª Volta do Campeonato, e que antes desta Jornada tinha o Sport Lisboa em 2ª Lugar e a Casa do Benfica com menos 3 pontos em 4ª Lugar.
Tratava – se portanto de um encontro muito importante para ambas as equipas e que no final podia ter mexidas na Tabela Classificativa.
O Sport Lisboa, que se apresenta com uma equipa muito móvel e com muita juventude no plantel, tem vindo a efectuar um bom Campeonato e os resultados da equipa disso são exemplo, a Casa do Benfica estava ciente das dificuldades com que se iria deparar, mas também disposta a somar os 3 pontos e ocupar o 2º Lugar da Tabela.
A Casa do Benfica de Viana alinhou com: Pires (Baliza), Vítor Hugo (Fixo), Rogério Bento e Calado (Alas) e PP (Pivot), jogaram ainda: Bélito, Falé e Sau.
A Casa do Benfica entrou no jogo em pressão alta criando algumas dificuldades iniciais ao Sport Lisboa mas aos poucos forma conseguindo sair da pressão e inauguraram mesmo o marcador e fruto de uma eficácia muito elevada fizeram mais 2 golos, estando o Sport Lisboa a meio da 1ª Parte a ganhar por 3 – 0. Parecia então que se iria tratar de uma tarde muito infeliz para a equipa de Viana mas o golo de Falé veio dar um abanão no jogo e deixou um alerta para o Sport Lisboa que o jogo ainda não estava resolvido e para a Casa do Benfica que se queria ganhar o jogo teria que correr mais e trocar a bola mais rápido e com mais eficácia, e antes de terminar a 1ª parte mais um golo para a Casa do Benfica, que traduz mais fielmente o que se passava em campo, e foi com 3 – 2 no marcador que se chega ao intervalo.Depois de rectificados alguns aspectos menos conseguidos na 1ª parte a Casa do Benfica entra na 2 ª parte com vontade de dar a volta ao marcador e vem mesmo a fazer o empate logo nos primeiros minutos da 2ª parte igualando o marcador e dando confiança que a vitória estaria ao nosso alcance. O Sport Lisboa um pouco desconcentrado permite então mais 2 golos e uma vantagem tranquilizante no marcador, mas que não veio a ser aproveitada pois o Sport Lisboa nunca baixou os braços e foi reduzindo, nunca ficando a Casa do Benfica com uma vantagem superior a 1 golo, a equipa de Viana começa então a ficar em campo com uma postura compacta, quer a defender quer a atacar e quando isso acontece a equipa dá excelentes indicações e cria muitas dificuldades aos adversários, foi precisamente o que se passou na 2ª parte, que só apenas nos minutos finais frutos de contra-ataques rápidos a Casa do Benfica alcançou os 2 golos de vantagem e levar o encontro de vencida, terminado o jogo com 7 – 5 no marcador. Tratou – se acima de tudo um bom jogo de Futsal com 2 equipas a lutar pela vitória do 1º ao último minuto e com muito público a assistir ao encontro o que infelizmente não é muito frequente no Campeonato Distrital. Queríamos também desejar felicidades ao nosso jogador Sau, que por motivos profissionais vai ter quer se ausentar do País por tempo indeterminado e fica então o nosso obrigado por aquilo que o atleta fez pelo Clube até á data. A Casa do Benfica está de parabéns e no fim da 1ª Volta ocupa o lugar merecido, sendo 2ª na Tabela Classificativa do Campeonato Distrital de Futsal de Évora.
- JUNIORES –
Também no Campeonato Distrital de Futsal de Juniores se disputou o ultimo encontro da 1ª Volta do Campeonato, neste encontro estiveram frente a frente as equipas do G.D.Montemor e a Casa do Benfica de Viana do Alentejo.
A equipa de Viana deslocou – se então ao terreno do líder conhecedora das dificuldades que se esperavam, pois a contar para o Campeonato em casa o G.D.Montemor só contava com vitórias.
A Casa do Benfica alinhou com: Carlos (Baliza), Luís Metrogos (Fixo), Yago e Tiago Viegas (Alas) e Petit (Pivot) e jogaram ainda : Macieira, Rui, Bruno e Tiago Galego.
A Casa do Benfica entrou nesta partida desfalcada do seu capitão Bruno Folgoa, e principal referência da equipa até então, sendo obrigada a fazer ajustes na sua táctica, dando então prioridade a uma defesa coesa e em bloco, dando a iniciativa ao G.D.M e espreitando as jogadas rápidas, o que veio a dar bons resultados pois nos primeiros minutos do encontro a Casa do Benfica marcou 2 golos e deixou intranquila a equipa de Montemor que sentia muitas dificuldades em entrar no reduto defensivo dos jogadores de Viana. Mas o líder do Campeonato reorganizou a equipa e faz o 2 – 1 no marcador quase a terminar a 1ª parte, sendo este o resultado ao intervalo. A segunda parte começa como acabou a primeira, o G.D.M com a iniciativa do jogo mas sempre a ter pela frente uma equipa de Viana a defender quase na perfeição e o Guarda-Redes Carlos em bom plano, tratou – se de uma 2ª parte muito equilibrada com as ocasiões de golo em ambas as balizas a sucederem – se com frequência. A Casa do Benfica ainda fez o 3 – 1 numa jogada de insistência de Rui e a concluir com um bom golo, mas o G.D.M passa então a jogar com Guarda – Redes avançado e faz mesmo o 3 – 2, e com o fim da partida á vista faz o 3 – 3 final fruto de um auto – golo da Casa do Benfica de Viana, resultado que segundo nós acaba por ser injusto, pois a Casa do Benfica pela postura que apresentou e pela forma como actuou em equipa merecia a vitória, estão então de parabéns estes jovens, que sendo na totalidade Juvenis e estarem a jogar num Campeonato de Juniores tem uma missão muito complicada, mas que semana após semana vão rubricando boas exibições fruto de um bom trabalho semanal e de muita dedicação, sendo por isso este grupo de trabalho um exemplo a seguir. Palavra ainda para a estreia do jovem brasileiro Yago, que teve então a oportunidade de contribuir para o bom desempenho da equipa sendo este o seu primeiro jogo esta Época, e esperemos que seja o 1ª de muitos jogos ao serviço da Casa do Benfica de Viana.
Tratava – se portanto de um encontro muito importante para ambas as equipas e que no final podia ter mexidas na Tabela Classificativa.
O Sport Lisboa, que se apresenta com uma equipa muito móvel e com muita juventude no plantel, tem vindo a efectuar um bom Campeonato e os resultados da equipa disso são exemplo, a Casa do Benfica estava ciente das dificuldades com que se iria deparar, mas também disposta a somar os 3 pontos e ocupar o 2º Lugar da Tabela.
A Casa do Benfica de Viana alinhou com: Pires (Baliza), Vítor Hugo (Fixo), Rogério Bento e Calado (Alas) e PP (Pivot), jogaram ainda: Bélito, Falé e Sau.
A Casa do Benfica entrou no jogo em pressão alta criando algumas dificuldades iniciais ao Sport Lisboa mas aos poucos forma conseguindo sair da pressão e inauguraram mesmo o marcador e fruto de uma eficácia muito elevada fizeram mais 2 golos, estando o Sport Lisboa a meio da 1ª Parte a ganhar por 3 – 0. Parecia então que se iria tratar de uma tarde muito infeliz para a equipa de Viana mas o golo de Falé veio dar um abanão no jogo e deixou um alerta para o Sport Lisboa que o jogo ainda não estava resolvido e para a Casa do Benfica que se queria ganhar o jogo teria que correr mais e trocar a bola mais rápido e com mais eficácia, e antes de terminar a 1ª parte mais um golo para a Casa do Benfica, que traduz mais fielmente o que se passava em campo, e foi com 3 – 2 no marcador que se chega ao intervalo.Depois de rectificados alguns aspectos menos conseguidos na 1ª parte a Casa do Benfica entra na 2 ª parte com vontade de dar a volta ao marcador e vem mesmo a fazer o empate logo nos primeiros minutos da 2ª parte igualando o marcador e dando confiança que a vitória estaria ao nosso alcance. O Sport Lisboa um pouco desconcentrado permite então mais 2 golos e uma vantagem tranquilizante no marcador, mas que não veio a ser aproveitada pois o Sport Lisboa nunca baixou os braços e foi reduzindo, nunca ficando a Casa do Benfica com uma vantagem superior a 1 golo, a equipa de Viana começa então a ficar em campo com uma postura compacta, quer a defender quer a atacar e quando isso acontece a equipa dá excelentes indicações e cria muitas dificuldades aos adversários, foi precisamente o que se passou na 2ª parte, que só apenas nos minutos finais frutos de contra-ataques rápidos a Casa do Benfica alcançou os 2 golos de vantagem e levar o encontro de vencida, terminado o jogo com 7 – 5 no marcador. Tratou – se acima de tudo um bom jogo de Futsal com 2 equipas a lutar pela vitória do 1º ao último minuto e com muito público a assistir ao encontro o que infelizmente não é muito frequente no Campeonato Distrital. Queríamos também desejar felicidades ao nosso jogador Sau, que por motivos profissionais vai ter quer se ausentar do País por tempo indeterminado e fica então o nosso obrigado por aquilo que o atleta fez pelo Clube até á data. A Casa do Benfica está de parabéns e no fim da 1ª Volta ocupa o lugar merecido, sendo 2ª na Tabela Classificativa do Campeonato Distrital de Futsal de Évora.
- JUNIORES –
Também no Campeonato Distrital de Futsal de Juniores se disputou o ultimo encontro da 1ª Volta do Campeonato, neste encontro estiveram frente a frente as equipas do G.D.Montemor e a Casa do Benfica de Viana do Alentejo.
A equipa de Viana deslocou – se então ao terreno do líder conhecedora das dificuldades que se esperavam, pois a contar para o Campeonato em casa o G.D.Montemor só contava com vitórias.
A Casa do Benfica alinhou com: Carlos (Baliza), Luís Metrogos (Fixo), Yago e Tiago Viegas (Alas) e Petit (Pivot) e jogaram ainda : Macieira, Rui, Bruno e Tiago Galego.
A Casa do Benfica entrou nesta partida desfalcada do seu capitão Bruno Folgoa, e principal referência da equipa até então, sendo obrigada a fazer ajustes na sua táctica, dando então prioridade a uma defesa coesa e em bloco, dando a iniciativa ao G.D.M e espreitando as jogadas rápidas, o que veio a dar bons resultados pois nos primeiros minutos do encontro a Casa do Benfica marcou 2 golos e deixou intranquila a equipa de Montemor que sentia muitas dificuldades em entrar no reduto defensivo dos jogadores de Viana. Mas o líder do Campeonato reorganizou a equipa e faz o 2 – 1 no marcador quase a terminar a 1ª parte, sendo este o resultado ao intervalo. A segunda parte começa como acabou a primeira, o G.D.M com a iniciativa do jogo mas sempre a ter pela frente uma equipa de Viana a defender quase na perfeição e o Guarda-Redes Carlos em bom plano, tratou – se de uma 2ª parte muito equilibrada com as ocasiões de golo em ambas as balizas a sucederem – se com frequência. A Casa do Benfica ainda fez o 3 – 1 numa jogada de insistência de Rui e a concluir com um bom golo, mas o G.D.M passa então a jogar com Guarda – Redes avançado e faz mesmo o 3 – 2, e com o fim da partida á vista faz o 3 – 3 final fruto de um auto – golo da Casa do Benfica de Viana, resultado que segundo nós acaba por ser injusto, pois a Casa do Benfica pela postura que apresentou e pela forma como actuou em equipa merecia a vitória, estão então de parabéns estes jovens, que sendo na totalidade Juvenis e estarem a jogar num Campeonato de Juniores tem uma missão muito complicada, mas que semana após semana vão rubricando boas exibições fruto de um bom trabalho semanal e de muita dedicação, sendo por isso este grupo de trabalho um exemplo a seguir. Palavra ainda para a estreia do jovem brasileiro Yago, que teve então a oportunidade de contribuir para o bom desempenho da equipa sendo este o seu primeiro jogo esta Época, e esperemos que seja o 1ª de muitos jogos ao serviço da Casa do Benfica de Viana.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Campeonato distrital de Futsal de Évora
7ªJornada
23-02-08
Séniores
SLE - - C.B.V.A 19h Pav do SLE
Sporting Viana - - A.A.C 20h Pav. Municipal de Viana
Mourão - - G.D.M 19h Pav. Municipal de Mourão
Descansa - Almansor
Juniores
GDM - - CBVA 16h Pav. Mun. de Montemor
Sp.Viana - - SLE 11h Pav.Mun. Viana
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Relatorios portalegre

Relatório do jogo do Eléctrico:
Mais uma vitória do EFC. Desta vez foi o Nisa a vítima da sede de vitória do Eléctrico, tendo sido massacrado em Ponte de Sor por 8-1. Aconteceu no passado Sábado, perante um pavilhão Municipal de Ponte de Sor com algum público (o habitual…). O EFC cumpriu o seu papel, vestiu a pele de líder do campeonato (cada vez mais, não é…) e entrou no jogo decidido a resolvê-lo rapidamente. E assim foi, com Serrano a abrir o marcador logo nos minutos iniciais da partida. Depois foi Julinho a facturar. O Nisa ainda reduz para 2-1 num raro remate à baliza de Bruno. Antes do intervalo Xico marca o terceiro do Eléctrico. Na segunda parte o mesmo jogador faz o 4-1. Rogério (que jogador…) marcou 3 golos seguidos, aumentando para 7-1 e finalmente a contagem foi fechada pelo Luís Carrrlos.
Um jogo que se tornou fácil a partir do quarto golo do Eléctrico, pois até lá a equipa de Ponte de Sor não estava a conseguir materializar em golos, a superioridade que era notória em campo.
Mais uma etapa vencida, mais uma vitória (já lá vão 17), numa jornada em que os adversários mais próximos tropeçaram, ficando o objectivo final cada vez mais próximo.
Texto de Rogério Alves
Relatório do jogo do Reguengo:
Empate a seis com o Estrela
Resultado incerto até ao fim!!
Foi no passado domingo que a nossa equipa defrontou o Estrela de Portalegre. Quem se deslocou ao pavilhão de certo que não ficou desiludido, porque ambas as equipas praticaram bom futsal, sendo um jogo muito aberto, o que originou um empate a 6 bolas. Um jogo muito emocionante.A equipa do Reguengo iniciou o jogo com Jorge (GR), Gonçalo (FIXO), Renato (ALA), Piui (ALA) e João Maltez (PIVOT). A equipa do Estrela começou por “pegar” no jogo, criando alguns lances de perigo, sempre desfeitos pela sua defesa. O Reguengo, aos poucos, criava também os seus lances de ataque, equilibrando assim a partida. O golo poderia surgir de qualquer equipa, mas foi o Reguengo que marcou primeiro. João Maltez, a receber a bola de Piui, e isolado frente ao GR adversário, faz o 1-0. O Estrela não baixou os braços e minutos depois, na marcação de canto, faz a igualdade. Com este golo, o jogo começou a ganhar contornos de equilíbrio, mas foi de novo o Estrela, num lance fortuito, que marcou de novo, virando o resultado para 2-1. O Estrela ganhava folgo e confiança, e já com Miguel e Felismino em campo, o resultado é alargado para 3-1 a favor do Estrela. Um golo tirado a papel químico do 1º do Estrela. Um canto marcado, e mais uma desatenção da equipa do Reguengo, o Estrela aproveitou muito bem os espaços dados, e fez o 3º golo. A equipa do Reguengo via-se perante uma desvantagem de 2 golos, mas no futsal é perfeitamente recuperável E foi o que aconteceu. O Reguengo ganhou uma atitude ofensiva, e num lance criado por Felismino, Piui, ao 2º poste, faz o 3-2. Continuando com esta atitude, o Reguengo continuou “em cima” do Estrela, e foi através de Miguel, que foi restabelecida a igualdade. Pouco depois chegou o intervalo, com igualdade a 3 golos. A equipa do Reguengo pecava pelos erros defensivos. Ao intervalo, o treinador Miguel, referiu esses mesmos erros, pedindo uma maior atenção a nível defensivo. O Reguengo começou a 2ª parte a querer dominar o jogo, e foi com esse domínio que Vitor, numa jogada individual, faz o 4-3. Um bom golo do Vitor. Mas, o equilíbrio voltou a vir ao de cimo, e numa jogada de contra-ataque, o Estrela volta a empatar o jogo a 4 bolas. Mas, imediatamente a seguir, o Reguengo faz o 5-4 através de João Maltez. Numa jogada de “laboratório”, Piui, na reposição de bola ao centro, coloca o bola nas costas da defesa do Estrela, onde encontra o João Maltez, que disfere um remate potente sem hipóteses para o GR adversário. Uma jogada muito bem feita. Era, sem duvida nenhuma, um jogo emocionante, e isso verificou-se de novo, com o empate do Estrela, poucos minutos depois. O jogo aproximava-se do fim, e o resultado estava em 5-5, mas ainda houve tempo para mais emoções. O Estrela pressionava em “cima” do Reguengo, querendo chegar à vitoria. Mas mais uma vez o Reguengo marcou e coloco-se, de novo, em vantagem. Piui a fazer o 6-5. Felismino fez uma assistência ortodoxa para o Piui, que estava sozinho na frente, e fez um golo de costas para a baliza e de cabeça. Um golo bonito e raro ao mesmo tempo. Mas, pouco depois, e já com o seu guarda redes a jogar na frente, o Estrela fez de novo o empate, fixando assim o resultado em 6-6. O Reguengo ainda tentou chegar à vitória, jogando também com GR avançado, mas o arbitro, pouco depois deu por terminada a partida.Assistiu-se, sem duvida, a mais um grande jogo no pavilhão de Portalegre. Desta vez reinou o empate, um resultado justo, por aquilo que se passou durante a hora de jogo. O publico do Reguengo voltou a marcar a sua presença. Queríamos retribuir com mais uma vitória, mas isso não foi possível O próximo jogo é em Arronches, e queremos trazer os 3 pontos, mas sabemos que não há jogos fáceis O campeonato aproxima-se do fim e queremos manter a nossa regularidade e continuar a mostrar o valor da excelente equipa que temos.Renato Matos
Resultado incerto até ao fim!!
Foi no passado domingo que a nossa equipa defrontou o Estrela de Portalegre. Quem se deslocou ao pavilhão de certo que não ficou desiludido, porque ambas as equipas praticaram bom futsal, sendo um jogo muito aberto, o que originou um empate a 6 bolas. Um jogo muito emocionante.A equipa do Reguengo iniciou o jogo com Jorge (GR), Gonçalo (FIXO), Renato (ALA), Piui (ALA) e João Maltez (PIVOT). A equipa do Estrela começou por “pegar” no jogo, criando alguns lances de perigo, sempre desfeitos pela sua defesa. O Reguengo, aos poucos, criava também os seus lances de ataque, equilibrando assim a partida. O golo poderia surgir de qualquer equipa, mas foi o Reguengo que marcou primeiro. João Maltez, a receber a bola de Piui, e isolado frente ao GR adversário, faz o 1-0. O Estrela não baixou os braços e minutos depois, na marcação de canto, faz a igualdade. Com este golo, o jogo começou a ganhar contornos de equilíbrio, mas foi de novo o Estrela, num lance fortuito, que marcou de novo, virando o resultado para 2-1. O Estrela ganhava folgo e confiança, e já com Miguel e Felismino em campo, o resultado é alargado para 3-1 a favor do Estrela. Um golo tirado a papel químico do 1º do Estrela. Um canto marcado, e mais uma desatenção da equipa do Reguengo, o Estrela aproveitou muito bem os espaços dados, e fez o 3º golo. A equipa do Reguengo via-se perante uma desvantagem de 2 golos, mas no futsal é perfeitamente recuperável E foi o que aconteceu. O Reguengo ganhou uma atitude ofensiva, e num lance criado por Felismino, Piui, ao 2º poste, faz o 3-2. Continuando com esta atitude, o Reguengo continuou “em cima” do Estrela, e foi através de Miguel, que foi restabelecida a igualdade. Pouco depois chegou o intervalo, com igualdade a 3 golos. A equipa do Reguengo pecava pelos erros defensivos. Ao intervalo, o treinador Miguel, referiu esses mesmos erros, pedindo uma maior atenção a nível defensivo. O Reguengo começou a 2ª parte a querer dominar o jogo, e foi com esse domínio que Vitor, numa jogada individual, faz o 4-3. Um bom golo do Vitor. Mas, o equilíbrio voltou a vir ao de cimo, e numa jogada de contra-ataque, o Estrela volta a empatar o jogo a 4 bolas. Mas, imediatamente a seguir, o Reguengo faz o 5-4 através de João Maltez. Numa jogada de “laboratório”, Piui, na reposição de bola ao centro, coloca o bola nas costas da defesa do Estrela, onde encontra o João Maltez, que disfere um remate potente sem hipóteses para o GR adversário. Uma jogada muito bem feita. Era, sem duvida nenhuma, um jogo emocionante, e isso verificou-se de novo, com o empate do Estrela, poucos minutos depois. O jogo aproximava-se do fim, e o resultado estava em 5-5, mas ainda houve tempo para mais emoções. O Estrela pressionava em “cima” do Reguengo, querendo chegar à vitoria. Mas mais uma vez o Reguengo marcou e coloco-se, de novo, em vantagem. Piui a fazer o 6-5. Felismino fez uma assistência ortodoxa para o Piui, que estava sozinho na frente, e fez um golo de costas para a baliza e de cabeça. Um golo bonito e raro ao mesmo tempo. Mas, pouco depois, e já com o seu guarda redes a jogar na frente, o Estrela fez de novo o empate, fixando assim o resultado em 6-6. O Reguengo ainda tentou chegar à vitória, jogando também com GR avançado, mas o arbitro, pouco depois deu por terminada a partida.Assistiu-se, sem duvida, a mais um grande jogo no pavilhão de Portalegre. Desta vez reinou o empate, um resultado justo, por aquilo que se passou durante a hora de jogo. O publico do Reguengo voltou a marcar a sua presença. Queríamos retribuir com mais uma vitória, mas isso não foi possível O próximo jogo é em Arronches, e queremos trazer os 3 pontos, mas sabemos que não há jogos fáceis O campeonato aproxima-se do fim e queremos manter a nossa regularidade e continuar a mostrar o valor da excelente equipa que temos.Renato Matos
Relatório do jogo do Estrela de Portalegre:
Título:Empate com Reguengo
Autor:Ruben Santainho
Data: 2008-02-19
No passado, 17 de Fevereiro realizou-se no Pavilhão Municipal de Portalegre o encontro de Futsal entre as equipas do Estrela e do Reguengo. Esperava-se mais um jogo difícil, visto que a equipa do Reguengo encontrava-se em 2º lugar na tabela classificativa e o Estrela vinham de uma derrota e nenhuma das equipas se queria atrasar mais em relação aos adversários.O Estrela iniciou o jogo com Ruben Santainho (gr), Nelson Diabinho (fixo), Rui Espanhol (ala), Bruno Neves (ala) e Ricardo Carrapiço (pivot); tendo ainda como alternativas no banco Luís Barreto, João Ribeiro, Moutinho, Mário Claudino e Júlio Realinho.A equipa do Estrela entrou no jogo com muita vontade e muita confiança para alcançar objectivo para o qual luta em cada jogo que são os 3 pontos, por isso não foi de estranhar que por volta dos 10m de jogo já tivesse marcado um golo, de salientar que a equipa de arbitragem que não se viu ao longo dos 60 minutos de jogo.A equipa do Reguengo não tirou o pé do acelerador e ainda antes do intervalo através de um rápido contra-ataque chegou ao empate, e foi com o resultado 3-3 que o jogo foi para intervalo.Na 2ª parte o Estrela entrou mais concentrado na defesa e mais agressivo no ataque equilibrando mais o jogo que na 1ª parte tinha tido sinal mais para o lado da equipa do Reguengo. Com o decorrer da 2ª parte o Estrela foi-se galvanizando e acreditando que poderia chegar ao empate e foi com essa força e vontade que já caracteriza a equipa,que se criaram inúmeras oportunidades de golo. Em desvantagem, a equipa do Estrela mudou a estratégia jogando com a pressão alta, criando um enorme sufoco á equipa do Reguengo, que fez tudo o que podia e o que não podia para segurar a vantagem. E é nos segundos finais que o Estrela consegue por alguma justiça no marcador num rápido contra ataque muito bem executado por Nelson Diabinho que finalizou com mais um golo. Não tardou o apito final e mais 1 ponto bem merecidos para o Estrelinha.
Autor:Ruben Santainho
Data: 2008-02-19
No passado, 17 de Fevereiro realizou-se no Pavilhão Municipal de Portalegre o encontro de Futsal entre as equipas do Estrela e do Reguengo. Esperava-se mais um jogo difícil, visto que a equipa do Reguengo encontrava-se em 2º lugar na tabela classificativa e o Estrela vinham de uma derrota e nenhuma das equipas se queria atrasar mais em relação aos adversários.O Estrela iniciou o jogo com Ruben Santainho (gr), Nelson Diabinho (fixo), Rui Espanhol (ala), Bruno Neves (ala) e Ricardo Carrapiço (pivot); tendo ainda como alternativas no banco Luís Barreto, João Ribeiro, Moutinho, Mário Claudino e Júlio Realinho.A equipa do Estrela entrou no jogo com muita vontade e muita confiança para alcançar objectivo para o qual luta em cada jogo que são os 3 pontos, por isso não foi de estranhar que por volta dos 10m de jogo já tivesse marcado um golo, de salientar que a equipa de arbitragem que não se viu ao longo dos 60 minutos de jogo.A equipa do Reguengo não tirou o pé do acelerador e ainda antes do intervalo através de um rápido contra-ataque chegou ao empate, e foi com o resultado 3-3 que o jogo foi para intervalo.Na 2ª parte o Estrela entrou mais concentrado na defesa e mais agressivo no ataque equilibrando mais o jogo que na 1ª parte tinha tido sinal mais para o lado da equipa do Reguengo. Com o decorrer da 2ª parte o Estrela foi-se galvanizando e acreditando que poderia chegar ao empate e foi com essa força e vontade que já caracteriza a equipa,que se criaram inúmeras oportunidades de golo. Em desvantagem, a equipa do Estrela mudou a estratégia jogando com a pressão alta, criando um enorme sufoco á equipa do Reguengo, que fez tudo o que podia e o que não podia para segurar a vantagem. E é nos segundos finais que o Estrela consegue por alguma justiça no marcador num rápido contra ataque muito bem executado por Nelson Diabinho que finalizou com mais um golo. Não tardou o apito final e mais 1 ponto bem merecidos para o Estrelinha.
Relatório do jogo das Galveias:
Uma vitória do acreditar
Sábado, 16 de Fevereiro de 2008, 16h, Pavilhão Gimnodesportivo de Portalegre. 17ª Jornada - ESTG - CP GALVEIASVínhamos duma série de maus resultados, ao contrário da equipa da casa que vinha duma vitória robusta sobre a Alagoa e certamente estava moralizada.Começámos com Brazão, Tiago, Zé Brazão, Telmo e Xó.Para quem vai assistir aos nossos jogos, sabe que é hábito o mau início da nossa equipa, e para não variar, começámos muito mal a partida. Sofremos logo o primeiro golo nos primeiros minutos de jogo, num lance em que entrámos à queima. Ainda tentámos reagir, mas com mais duas entradas à queima na nossa defesa deu origem a mais dois golos da equipa adversária. Estávamos a perder por 3-0 e nem dez minutos de jogo havia. Fazíamos faltas desnecessárias, e atingimos rapidamente as cinco faltas. O jogo corria de feição para a ESTG. Mais oportunidades de golo para a equipa da casa com o nosso guarda-redes a defender um livre de 10 metros. Jogávamos longe uns dos outros, não havia entreajuda na nossa equipa. A meio da 1ª parte o nosso treinador pediu um desconto de tempo, e fez algumas alterações. O rumo do jogo mudou-se um pouco. Começámos então a criar verdadeiras ocasiões de golo, que só pecaram por ineficácia na finalização. A ESTG com jogadores evoluídos tecnicamente na frente continuava a criar dificuldades. A cinco minutos do fim da primeira parte começámos a jogar com guarda-redes avançado. Tentávamos ir para o intervalo com a desvantagem reduzida. Com esta táctica ofensiva, corremos muito mais riscos, mas o resultado assim o exigia. Podíamos ter sofrido vários golos em perdas de bola, mas nesta primeira parte a ESTG não acertou na baliza sem guarda-redes. Quem, não marca sofre, e numa jogada aproveitando a superioridade numérica do guarda-redes avançado, Duarte faz um passe ao segundo poste e aparece Venâncio a reduzir para 3-1. Pouco depois num lance quase idêntico, Duarte envia a bola ao poste sem Venâncio conseguir fazer o desvio. Assim terminava a primeira parte. Mais uma primeira parte para esquecer.Começámos a segunda parte novamente com guarda-redes avançado e assim ficámos até ao fim da partida, tínhamos de continuar a arriscar.Esta segunda parte teve um único sentido, a baliza da ESTG. Atacámos quase sempre com cinco elementos. Poucos minutos após o começo da segunda parte, Bagaço, numa jogada em que o guarda-redes adversário larga a bola, faz um golo limpo, mas que foi incorrectamente invalidado pela equipa de arbitragem. A equipa sentiu um pouco este lance, e numa perda de bola no ataque, sem guarda-redes na nossa baliza sofremos o 4-1. Continuámos com a mesma táctica e chegámos ao 4-2 num passe do nosso guarda-redes avançado, que encontrou Bagaço bem posicionado e este com o toque subtil reduz a desvantagem. O jogo estava emocionante. A ESTG volta a marcar, desta vez pelo seu guarda-redes, que após uma defesa, remata e encontra a nossa baliza sem guarda-redes. Logo de seguida, num lance de raiva, Tiago marca o melhor golo do jogo, e uns dos melhores desta época do distrital, num remate fortíssimo, quase de meio-campo, que entra ´na gaveta´. Um golaço! Voltávamos ao jogo que estava electrizante, 5-3. A equipa da ESTG defendia a todo o custo, perto da sua baliza, e Venâncio volta a marcar ao segundo poste, após assistência de Bagaço, estávamos a um golo do empate, 5-4. E quando se previa mais um ataque da nossa equipa, o nosso guarda-redes avançado perde a bola em zona fatal e sofremos o 6-4. Foi um rude golpe para a nossa equipa mas nunca baixámos os braços. Num lance em que Tiago remata com força, a bola encontra Venâncio novamente ao segundo poste, e com alguma sorte reduzimos para 6-5. E logo de seguida num contra-ataque, Duarte numa boa jogada de contra-ataque empata a partida, 6-6. Estávamos a um golo no nosso objectivo, que foi alcançado por Tiago num remate forte, do lado direito do nosso ataque. Finalmente estávamos na frente, 6-7. Faltava pouco para o fim e a ESTG já não conseguiu voltar a marcar.Mais um jogo ganho na raça, no querer, no acreditar. Um jogo que vale por uma segunda parte de luta, de entreajuda da nossa equipa. Arriscámos tudo e fomos compensados.Segue-se o jogo em casa contra ´Os Avisenses´, que tem vindo a melhorar nos últimos jogos, vai ser um jogo muito complicado. Vamos tentar dar o nosso melhor.Saudações desportivas José Brazão
Uma vitória do acreditar
Sábado, 16 de Fevereiro de 2008, 16h, Pavilhão Gimnodesportivo de Portalegre. 17ª Jornada - ESTG - CP GALVEIASVínhamos duma série de maus resultados, ao contrário da equipa da casa que vinha duma vitória robusta sobre a Alagoa e certamente estava moralizada.Começámos com Brazão, Tiago, Zé Brazão, Telmo e Xó.Para quem vai assistir aos nossos jogos, sabe que é hábito o mau início da nossa equipa, e para não variar, começámos muito mal a partida. Sofremos logo o primeiro golo nos primeiros minutos de jogo, num lance em que entrámos à queima. Ainda tentámos reagir, mas com mais duas entradas à queima na nossa defesa deu origem a mais dois golos da equipa adversária. Estávamos a perder por 3-0 e nem dez minutos de jogo havia. Fazíamos faltas desnecessárias, e atingimos rapidamente as cinco faltas. O jogo corria de feição para a ESTG. Mais oportunidades de golo para a equipa da casa com o nosso guarda-redes a defender um livre de 10 metros. Jogávamos longe uns dos outros, não havia entreajuda na nossa equipa. A meio da 1ª parte o nosso treinador pediu um desconto de tempo, e fez algumas alterações. O rumo do jogo mudou-se um pouco. Começámos então a criar verdadeiras ocasiões de golo, que só pecaram por ineficácia na finalização. A ESTG com jogadores evoluídos tecnicamente na frente continuava a criar dificuldades. A cinco minutos do fim da primeira parte começámos a jogar com guarda-redes avançado. Tentávamos ir para o intervalo com a desvantagem reduzida. Com esta táctica ofensiva, corremos muito mais riscos, mas o resultado assim o exigia. Podíamos ter sofrido vários golos em perdas de bola, mas nesta primeira parte a ESTG não acertou na baliza sem guarda-redes. Quem, não marca sofre, e numa jogada aproveitando a superioridade numérica do guarda-redes avançado, Duarte faz um passe ao segundo poste e aparece Venâncio a reduzir para 3-1. Pouco depois num lance quase idêntico, Duarte envia a bola ao poste sem Venâncio conseguir fazer o desvio. Assim terminava a primeira parte. Mais uma primeira parte para esquecer.Começámos a segunda parte novamente com guarda-redes avançado e assim ficámos até ao fim da partida, tínhamos de continuar a arriscar.Esta segunda parte teve um único sentido, a baliza da ESTG. Atacámos quase sempre com cinco elementos. Poucos minutos após o começo da segunda parte, Bagaço, numa jogada em que o guarda-redes adversário larga a bola, faz um golo limpo, mas que foi incorrectamente invalidado pela equipa de arbitragem. A equipa sentiu um pouco este lance, e numa perda de bola no ataque, sem guarda-redes na nossa baliza sofremos o 4-1. Continuámos com a mesma táctica e chegámos ao 4-2 num passe do nosso guarda-redes avançado, que encontrou Bagaço bem posicionado e este com o toque subtil reduz a desvantagem. O jogo estava emocionante. A ESTG volta a marcar, desta vez pelo seu guarda-redes, que após uma defesa, remata e encontra a nossa baliza sem guarda-redes. Logo de seguida, num lance de raiva, Tiago marca o melhor golo do jogo, e uns dos melhores desta época do distrital, num remate fortíssimo, quase de meio-campo, que entra ´na gaveta´. Um golaço! Voltávamos ao jogo que estava electrizante, 5-3. A equipa da ESTG defendia a todo o custo, perto da sua baliza, e Venâncio volta a marcar ao segundo poste, após assistência de Bagaço, estávamos a um golo do empate, 5-4. E quando se previa mais um ataque da nossa equipa, o nosso guarda-redes avançado perde a bola em zona fatal e sofremos o 6-4. Foi um rude golpe para a nossa equipa mas nunca baixámos os braços. Num lance em que Tiago remata com força, a bola encontra Venâncio novamente ao segundo poste, e com alguma sorte reduzimos para 6-5. E logo de seguida num contra-ataque, Duarte numa boa jogada de contra-ataque empata a partida, 6-6. Estávamos a um golo no nosso objectivo, que foi alcançado por Tiago num remate forte, do lado direito do nosso ataque. Finalmente estávamos na frente, 6-7. Faltava pouco para o fim e a ESTG já não conseguiu voltar a marcar.Mais um jogo ganho na raça, no querer, no acreditar. Um jogo que vale por uma segunda parte de luta, de entreajuda da nossa equipa. Arriscámos tudo e fomos compensados.Segue-se o jogo em casa contra ´Os Avisenses´, que tem vindo a melhorar nos últimos jogos, vai ser um jogo muito complicado. Vamos tentar dar o nosso melhor.Saudações desportivas José Brazão
FALANDO COM MIGUEL RODRIGUES
1-O Reguengo é uma verdadeira candidata ao titulo?
Não! O Reguengo tinha no início do campeonato objectivo definido. O treinador-jogador Miguel é que colocou a “fasquia”nos primeiros 5 do campeonato.
2-Quais são os principais objectivos do Reguengo?
É o primeiro ano desta equipa em campeonatos distritais de futsal, como tal, foi muito difícil para a instituição conseguir os apoios mínimos para entrar nesta competição. O principal objectivo é sem dúvida dinamizar o clube desta pequena aldeia do distrito de Portalegre.
3- O Eléctrico parte emvantagem sobre vocês? Porque?
O Eléctrico foi o único clube a assumir subidade divisão, possivelmente o clube que tem melhores condições para participar nocampeonato da terceira divisão nacional. Assim, claro que será essa a maiorvantagem do Eléctrico. Tem bons jogadores no seu plantel, alguns já com experiênciade terceira divisão, e até um campeão da terceira divisão nacional de futsal2006/2007, o Chiquinho, que está a orientar muito bem a equipa do Eléctrico.
4- Esta época o Distrital de futsal dePortalegre está mais competitivo?
Mas é claro que sim! Este ano temos mais duas equipas a participar neste campeonato, o que o torna desde logo maiscompetitivo. Existem algumas equipas que já participam neste campeonato háalguns anos, e que têm tido uma clara melhoria na forma como jogam futsal. É bom que assim seja! Pró ano esperamos que apareçam ainda mais equipas a participar neste campeonato.
5-Não achas que se não houvesse tantas equipas em Portalegre, podiam reunir um conjunto com maior qualidade, capaz de participar em divisões superiores?
Concordo. Mas penso que assim é bem melhor,maior número de equipas e de praticantes de futsal no distrito. Se em Portalegre só existisse um clube de futsal, ficariam muitos jogadores sem a oportunidadede participar.
6- Oque é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de11?
Vontade de jogar futsal, e claro quemuitos mais reflexos. O futsal é jogado com maior intensidade e sempre comincerteza no resultado, e sempre com muita velocidade.
6-Qual o seu 12 ideal do Alentejo?
Seria injusto para muitos jogadores estar a colocar alguns nomes. Posso adiantar que seriam muitos dos que participaram comigo no campeonato da terceira divisão nacional ao serviço da Aldeia Velha,juntando mais uns craques.
7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?
Complicado é sempre que estou dentro docampo. Perdemos um pouco a noção do que se está a passar. De fora vê-se bem melhor e conseguimos corrigir as falhas. Mas também é muito difícil estar de fora e não poder contribuir para o sucesso da equipa. Projectos não tenho. Se a equipa do Reguengo contar comigo para o próximo ano, estarei concerteza disponível para continuar. Tenho sido muito bem tratado, e temos uma equipa fenomenal, um grupo excelente e jogadores “fora de série”
8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação
O respeito é um sentimento que abunda em toda a equipa do Reguengo. O respeito é mútuo e isso tem nos trazido bons resultados. A nossa equipa quase não tem cartões e respeita sempre as decisões dos árbitros, quer seja bem ou mal ajuizado. Eu não permito que nenhum jogador insulte os árbitros ou qualquer adversário, e dentro do balneário, igualmente. A relação entre treinador e jogadores foi desde o início bem definida, e quem pisar o risco, sofre as consequências.
Não! O Reguengo tinha no início do campeonato objectivo definido. O treinador-jogador Miguel é que colocou a “fasquia”nos primeiros 5 do campeonato.
2-Quais são os principais objectivos do Reguengo?
É o primeiro ano desta equipa em campeonatos distritais de futsal, como tal, foi muito difícil para a instituição conseguir os apoios mínimos para entrar nesta competição. O principal objectivo é sem dúvida dinamizar o clube desta pequena aldeia do distrito de Portalegre.
3- O Eléctrico parte emvantagem sobre vocês? Porque?
O Eléctrico foi o único clube a assumir subidade divisão, possivelmente o clube que tem melhores condições para participar nocampeonato da terceira divisão nacional. Assim, claro que será essa a maiorvantagem do Eléctrico. Tem bons jogadores no seu plantel, alguns já com experiênciade terceira divisão, e até um campeão da terceira divisão nacional de futsal2006/2007, o Chiquinho, que está a orientar muito bem a equipa do Eléctrico.
4- Esta época o Distrital de futsal dePortalegre está mais competitivo?
Mas é claro que sim! Este ano temos mais duas equipas a participar neste campeonato, o que o torna desde logo maiscompetitivo. Existem algumas equipas que já participam neste campeonato háalguns anos, e que têm tido uma clara melhoria na forma como jogam futsal. É bom que assim seja! Pró ano esperamos que apareçam ainda mais equipas a participar neste campeonato.
5-Não achas que se não houvesse tantas equipas em Portalegre, podiam reunir um conjunto com maior qualidade, capaz de participar em divisões superiores?
Concordo. Mas penso que assim é bem melhor,maior número de equipas e de praticantes de futsal no distrito. Se em Portalegre só existisse um clube de futsal, ficariam muitos jogadores sem a oportunidadede participar.
6- Oque é que o jogador de futsal tem de ter a mais que um jogador de futebol de11?
Vontade de jogar futsal, e claro quemuitos mais reflexos. O futsal é jogado com maior intensidade e sempre comincerteza no resultado, e sempre com muita velocidade.
6-Qual o seu 12 ideal do Alentejo?
Seria injusto para muitos jogadores estar a colocar alguns nomes. Posso adiantar que seriam muitos dos que participaram comigo no campeonato da terceira divisão nacional ao serviço da Aldeia Velha,juntando mais uns craques.
7-Ser treinador-jogador é muito complicado? Projectos po futuro?
Complicado é sempre que estou dentro docampo. Perdemos um pouco a noção do que se está a passar. De fora vê-se bem melhor e conseguimos corrigir as falhas. Mas também é muito difícil estar de fora e não poder contribuir para o sucesso da equipa. Projectos não tenho. Se a equipa do Reguengo contar comigo para o próximo ano, estarei concerteza disponível para continuar. Tenho sido muito bem tratado, e temos uma equipa fenomenal, um grupo excelente e jogadores “fora de série”
8- Os jogadores têm menos respeito a um treinador- jogador do que um treinador a tempo inteiro? Obrigado pela sua participação
O respeito é um sentimento que abunda em toda a equipa do Reguengo. O respeito é mútuo e isso tem nos trazido bons resultados. A nossa equipa quase não tem cartões e respeita sempre as decisões dos árbitros, quer seja bem ou mal ajuizado. Eu não permito que nenhum jogador insulte os árbitros ou qualquer adversário, e dentro do balneário, igualmente. A relação entre treinador e jogadores foi desde o início bem definida, e quem pisar o risco, sofre as consequências.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
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